terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O Cristão e a Maçonaria






por J. Scott Horrell


A maçonaria é a maior sociedade secreta do mundo, com cerca de seis milhões de membros atualmente, tem uma longa história entrelaçada com o protestantismo – especialmente na Grã-Bretanha, na Europa, nos Estados Unidos (com 4 milhões de membros) e no Brasil (150.000 mil) Até 1983.

Por outro lado, conforme alguns estudiosos sustentam, a maçonaria, apesar de se autodenominar não-religiosa, divulga uma filosofia essencialmente anti-cristã. Subjacente à irmandade e aos esforços de caridade, existe um programa não manifesto advogando uma religião sincretista, negando a pessoa divina e a obra salvífica de Jesus Cristo, e mantendo elos sinistros com o ocultismo.

A maçonaria foi rejeitada como antitética à fé cristã pelos católicos romanos e pelas Igrejas Ortodoxas Oriental e Russa. Mais recentemente, várias denominações protestantes estão reavaliando o envolvimento de seus membros na sociedade maçônica, chegando a conclusões surpreendentes:

A nosso ver, a obediência total a Cristo impede a adesão a qualquer organização, tal como o movimento maçônico, que parece requerer uma fidelidade integral a si mesma... Exige-se do iniciado que ele se entregue à maçonaria assim como o cristão deve entregar-se somente a Cristo.

(A Igreja Metodista Britânica, 1985), Existe um grande perigo de o cristão que se torna maçom acabar comprometendo sua fé cristã ou sua fidelidade a Cristo, talvez sem perceber o que está fazendo. Conseqüentemente, nossa orientação ao povo metodista é que os metodistas não devem se tornar maçons.

(As Uniões Batistas da Escócia, Grã-Bretanha e Irlanda, 1987), Sentimos que existe um grande perigo de que o cristão maçom acabe comprometendo sua fidelidade a Jesus, talvez sem perceber o que está fazendo... a conclusão evidente a que chegamos em nossa pesquisa é que há uma incompatibilidade inerente entre a maçonaria e a fé cristã.

Enquanto várias denominações da América do Norte já renunciaram a maçonaria a maior igreja evangélica dos Estados Unidos, a Convenção Batista do Sul - que possui um alto índice de membros maçônicos – está em processo de pesquisa sobre essa questão, e sabe-se que teme que os resultados possam dividir a denominação.

No Congresso Maçônico Internacional de 1899, afirmou-se que a fraternidade assumiu o lugar central em todos os movimentos revolucionários do mundo no século XIX. Inclusive no Brasil.
A maçonaria e as sociedades semi-maçônicas forneciam as estruturas clandestinas para planejar e financiar as lutas revolucionárias pela independência. O próprio Imperador D. Pedro I foi iniciado e, logo, proclamado o Grão-Mestre da loja Grande Oriente do Brasil, em 1822. Conforme o historiador maçônico Manoel Gomes (33°), tanto a libertação do Brasil do domínio português quanto a passagem da monarquia para a república “foram movimentos idealizados, preparados e tornados realidade” pelas lojas da maçonaria.

A maçonaria brasileira facilitou, em alguns casos, a entrada de missionários evangélicos no país. Às vezes, a loja maçônica até os protegia da oposição da Igreja Católica.

Outras vezes, pelo menos no nível individual, a fraternidade maçônica ajudou a financiar a construção dos templos evangélicos. Por estas e outras razões, a maçonaria goza de alta aceitação em meio a certas denominações protestantes do Brasil, contando até com defensores entre os pastores nacionais.

Alguns argumentos de maçons evangélicos são que a maçonaria: (1) é uma fraternidade benemérita e não-religiosa; (2) gera respeito para a presença evangélica entre pessoas de alto gabarito; e (3) abre caminho para servir a Deus na sociedade em geral.

Certamente, a presença maçônica está deixando sua marca nas igrejas evangélicas do país. Suas arquitetutaras mais parecem palácios maçons do que templo evangélicos.
O poder dos maçons na organização de certas denominações é tão marcante que, às vezes, na expressão frustrada de um líder nacional, “parece que há uma hierarquia [maçônica] por trás da hierarquia [denominacional]”. Fundados ou não, existem boatos entre jovens pastores de que, sem ser maçom, não se consegue subir nas estruturas eclesiásticas. Portanto, a questão da maçonaria na igreja evangélica é importante e urgente, acarretando conseqüências para o futuro que nem todos querem reconhecer - posicionando-se seja a favor ou contra.

Em primeiro lugar, como a confraria é uma sociedade secreta histórica e geograficamente variada em suas formas, o não-maçom simplesmente não tem acesso ao conhecimento claro de seus rituais, símbolos e ensinos.

Em segundo lugar, existe uma grande quantidade de livros que se projetam como representantes da verdadeira maçonaria, quando, de fato, em geral não são aceitos pelas lojas, ofuscando assim qualquer imagem distinta pelo público.
Finalmente, não existe uma autoridade final na maçonaria.

No Brasil, é surpreendente o número de bibliotecas e livrarias (de volumes novos e usados) - especialmente espíritas - que estão repletas de literatura maçônica, incluindo as obras "secretas" da Editora Maçônica.

Uma das imagens mais divulgadas pela Loja é a de que a maçonaria não possui dogmas ou credos, sendo que apóia toda religião civil e deixa o indivíduo maçom livre para ter suas próprias convicções de fé. A Ordem rejeita categoricamente o ateísmo e diz que apóia a religião da cultura dentro da qual funciona, pretendendo apenas o melhoramento do caráter e da moral de seus membros.

A Maçonaria: “É um sistema sacramental que, como todo sacramento, tem um aspecto externo, visível, consistente em seu cerimonial, doutrinas e símbolos, e outro aspecto interno, mental e espiritual, oculto sob as cerimônias, doutrinas e símbolos, e acessível só ao maçom que haja aprendido a usar sua imaginação espiritual e seja capaz de apreciar a realidade velada".

“A opinião maçônica prevalecente é de que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, e não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada”.

A Bíblia e a Cabala fornecem o mais poderoso contingente para o enriquecimento do simbolismo maçônico, e o Ocultismo.

O Deus maçônico é denominado o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) - o Ser Supremo, Criador ou Força Cósmica da existência e preservação - o Grande Arquiteto do Universo continua a ser cultuado como um Ser soberano, inteligente, moral e, em certo sentido, pessoal. Assim como o antigo liberalismo do século passado, a maçonaria proclama “a paternidade do Pai e a fraternidade ao homem”.

O conceito de Deus nos escritos da maçonaria é uma mistura de tudo, de gnosticismo, druidismo, luciferianismo, hinduísmo, taoísmo, zoroastrismo, iluminismo, cristianismo liberal e Nova Era.

Ou seja, todas as religiões são representações das antigas e primitivas verdades, destiladas no ensino da maçonaria, que é, em última instância, a Mãe de todas as religiões. Deus, o G.A.D.U., é o Deus buscado e manifestado por todas as religiões.
Talvez uma das acusações mais fortes contra a loja seja a seguinte: no grau do Real Arco do Rito de York, quando o maçom supostamente encontra a Arca da Aliança perdida nas ruínas do templo salomônico, descobre-se o verdadeiro nome de Deus como sendo JABULOM. Tal nome, segundo o próprio H. W. Coil, é uma associação de lahweh (o Jeová do Antigo Testamento), Ba'al ou Bel (o deus cananita) e Om (Osiris, o deus-sol do Egito) - o que um autor chama de “Não-Santíssima Trindade”. Outros observam que, no Rito Escocês, no 17° Grau dos Conselhos de Cavaleiros do Oriente e Ocidente, há também a “palavra sagrada” Abadom; este nome divino na maçonaria é o nome do rei ( ou anjo) do abismo, em Apocalipse 9.11.

Embora a maçonaria encoraje um pluralismo da conceituação de Deus, conforme vários autores afirmam, há cada vez menos lugar para o Deus tripessoal da Bíblia.
Centenas de livros maçônicos que atacam o cristianismo e ensinam abertamente o paganismo são publicados, apoiados e recomendados por altos oficiais, lojas estaduais e conselhos supremos. É-nos dito que isso é adequado, porque a Ordem deve ser universal em seu apelo, e cada maçom pode interpretar a palavra “Deus” e os símbolos da confraria da maneira como quiser.

Entretanto, quando um cristão maçom procura oferecer uma interpretação cristã dos rituais e símbolos da confraria, ele é proibido de assim o fazer!
Se a maçonaria continuar na direção em que parece estar indo, então os cristãos maçons devem abandonar a Ordem, porque ela vem se tornando uma religião pagã, ocultista, hostil ao cristianismo.

Concluímos que, embora alguns indivíduos e até certas lojas locais sustentem uma definição da divindade mais próxima do cristianismo histórico, a grande maioria ignora ou rejeita a perspectiva bíblica de Deus. Dificilmente se pode negar que, nas águas turvas do ritual e do símbolo maçônicos, há implicações sinistras sobre o entendimento de Deus para o cristão verdadeiro.

Diante deste conceito ambíguo e unitariano de Deus, seria correto esperar pouco sobre o Redentor. Ao buscarmos informações acerca de Jesus Cristo nos dicionários e enciclopédias maçônicos descobrimos uma ausência quase total de dados a esse respeito.
Quando se procuram referências sobre Jesus Cristo, a cruz ou outros ensinos especificamente cristãos nas próprias citações bíblicas dos rituais e cerimônias maçônicos, percebe-se logo que todas foram omitidas - tiradas do meio dos trechos (e. g. At 4.11; 2 Ts 3.6, 12; 1 Pe 2.4-8, onde a pedra angular é o verdadeiro maçom).

Embora as reuniões maçônicas incluam a oração, é absolutamente proibido orar no nome de Jesus. Isso sugere, no mínimo, a irrelevância de Jesus Cristo na filosofia maçônica.

Em alguns 'aspectos, a maçonaria evidencia implicações ainda mais preocupantes: por um lado, a divindade de Cristo é negada e, por outro, a divinização do homem é afirmada.

Quando o iniciado (chamado profano) participa do primeiro grau de Aprendiz-Maçom, confessa-se que ele (vendado, nesse momento) vivia nas trevas e estava cego, mas, agora, deseja entrar à verdadeira luz da maçonaria. Não há nenhuma exceção para o cristão.

Apesar de suas muitas instruções moralistas, a maçonaria é marcada por uma ausência total dos conceitos de pecado e arrependimento (nem possui tais palavras em seus dicionários).

O profano, ou não-maçom, não está derradeiramente perdido, mas encontra-se apenas mais longe de Deus do que a elite fraternal da maçonaria, que possui a responsabilidade de construir “o Templo da Humanidade”. A loja é o meio através do qual os homens podem melhorar a si. Obviamente, não há necessidade e nem motivo para a propiciação de pecados mediante a morte de Jesus Cristo na cruz.

“A finalidade precípua da Maçonaria é o ato regenerativo. A reconstrução do ser humano, da Natureza, do Cosmos, são os ideais maçônicos”. Diante das múltiplas afirmações maçônicas sobre a natureza da salvação, muitos autores concluem que a soteriologia maçônica é antiética à fé evangélica.

Na maçonaria, a salvação do homem é alcançada sem Jesus Cristo. O ser humano alcançará a perfeição e a aprovação divina através de seus próprios esforços moralistas, senão por sua própria divinização.

Os escritores mais eminentes da confraria admitem que a elite maçônica ilude os maçons dos níveis inferiores, deixando que eles creiam no que desejam. As verdades mais sublimes permanecem ocultas dos neófitos, sendo que os mais avançados mantêm as chaves do “conhecimento real”.


CONCLUSÃO

Baseado em sua extensa pesquisa, Stephen Knight - que não é nem cristão, nem maçom - observa o seguinte: "A maçonaria está extremamente preocupada em ter - ou parecer que tem - boas relações com todas as igrejas cristãs". Ele prossegue dizendo que, dentro da igreja, o poder maçônico é tão forte que "a igreja... não ousa ofender ou provocar milhares de leigos influentes e, muitas vezes, financeiramente abastados, investigando as implicações religiosas da maçonaria.

Diante do crescimento do ocultismo no Brasil, as igrejas precisam fazer as difíceis perguntas sobre a compatibilidade da maçonaria com a fé bíblica. É hora de pedir coragem aos evangélicos dentro das lojas para que se desvinculem da maçonaria (2 Co 6.14-17), e isto, com a graça e o testemunho honesto da verdadeira Luz, Caminho e Vida. Ressalvamos que, da perspectiva humana, há indivíduos bons e obras sociais admiráveis na maçonaria. Entretanto, que a estrutura religiosa e filosófica da maçonaria é contrária aos princípios fundamentais da fé cristã, isso é impossível negar.

Sobre o autor: Scott Horrell é norte-americano e foi, durante muitos anos, missionário no Brasil. Formado em Literatura Inglesa, ele aprimorou seus conhecimentos teológicos na comunidade evangélica L’Abri, na Suíça, a qual era dirigida por Francis Schaeffer. Mais tarde, faria o Mestrado em Teologia no Dallas Theological Seminary, nos EUA, antes de ir para Porto Alegre como missionário. Voltaria, então, para Dallas, onde obteria seu título de Doutor em Teologia. De volta ao Brasil, estabeleceu-se em São Paulo, e foi coordenador da Graduação da Faculdade Teológica Batista. Atualmente, é professor do Departamento de Teologia Sistemática do Dallas Theological Seminary.

Publicado originalmente em VOX SCRIPTURAE 3:1 (março de 1993), p.73-100

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Jesus, o nosso natal. Lc.2.8-14





Natal não é época de dar presentes.
Mas, de compartilhar amor.
Pois o maior presente nos foi enviado por Deus.

Ele foi o anunciado, profetizado, aguardado e adorado.

1-ANUNCIADO:
"Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu Descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. Gên. 3.15

2-PROFETIZADO:
"Eis que a virgem conceberá e dará a luz a um filho e lhe chamarão Emanuel". Isaías7:14

3-AGUARDADO: Não temas, ó filha de Sião; eis que o teu Rei vem assentado sobre o filho de uma jumenta. Zc.9.9

4-ADORADO: Pelos Anjos, homens e pela natureza.

O PRESENTE DE DEUS.

Is.9.6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

a) Porque um MENINO NOS NASCEU, Lc.1.31ª. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus.
Mt.1.23b. e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).

b) UM FILHO (Quanto a sua concepção Cristo é Filho, Porém Ele é uno Com o Pai e Eterno). Jo.1.1-2. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.
FILHO, porque Deus não criou andrógenos. Deus criou macho e fêmea.

c) SE NOS DEU (Enviado); Jo.3.16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Jo.1.17b. a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.

d) O GOVERNO ESTÁ SOBRE OS SEUS OMBROS;
Col.1.16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
Jo.1.3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.

e) e o seu nome será: MARAVILHOSO (Aquilo que , surpreende, que causa admiração).
Lc.1.35ª. Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra (Shekináh)

f) CONSELHEIRO, Funções de um conselheiro:

• Representar e defender os direitos individuais e coletivos. Heb.7.25b. vivendo sempre para interceder por eles.

• Dialogar permanentemente, estabelecendo canais de comunicação e deliberação. 1ªTm.2.5. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.

g) DEUS FORTE, Sl.28.8ª.O SENHOR é a força do seu povo.

h) Pai da Eternidade, Sl.90.2. Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus.
A eternidade é finita diante de nosso Deus criador!

i) PRÍNCIPE DA PAZ;
1- Príncipe é a denominação dada ao chefe de estado, chefe de um principado.
1ª Pe.3.22.o qual, depois de ir para o céu, está à destra de Deus, ficando-lhe subordinados anjos, e potestades, e poderes.
At.5.31ª.Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador.

2 - A paz que necessitamos não virá como um resultado de um investimento na área de segurança. Mas, sim na confiança estabelecida em Deus.
Ef.2.14ª. Porque ele é a nossa paz.



sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A Mulher Samaritana. Jo.4.1-26.


O Texto a seguir é um retrato da verdade anunciada por Jesus, e a superficialidade da religião.

A Religião é um produto da mente humana, e as denominações evangélicas também o são. E, aquilo que do homem vem, com o homem se parece.

O Evangelho anunciado por Jesus, límpido e cristalino como a água é suficiente para mudar a história de vida de qualquer ser humano. Sem necessitar de qualquer mãozinha para o executar.

V.4- o fato de passar pela Samaria, não é um incidente isolado, circunstancial. Jesus precisava passava por lá, para mostrar àquela gente, o caminho da salvação, a misericórdia de Deus e a eqüidade do Reino.

V.7- Dar um pouco de água, era um gesto fraterno de hospitalidade. O dom de Deus é manifesto de acordo com o coração do homem.

V.8- Jesus precisava usar uma forma de abordagem mais eficaz. Para isso valeu-se dos elementos a seu dispor: o calor, o poço e a mulher com a vasilha.

V.10- O DOM DE DEUS. Referia-se às coisas espirituais e a mulher ficara presa aos aspectos materiais da água do poço de Jacó. Para a samaritana, naquele momento, água viva nada mais era que uma vasilha cheia de água fresca.

Jesus, através de palavras bem colocadas, começa a delinear o caminho da salvação:
a) quem beber a água... (a salvação)

b) que eu lhe der... (Jesus o único caminho da salvação)

c) não terá sede... ( de justiça, verdade e amor) Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. João 7:38

Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. Isaías 44:3

d) fonte que jorra... (o termo da vida humana é a eternidade)

e) para a vida eterna... (conhecer a Deus para viver na sua verdade)

V.11- 14. Presa a aspectos culturais, sociais e de costumes, a pessoa humana mesmo no limiar do sobrenatural, demora a enxergar algo que está ali, bem grande, à sua frente.

V.15- Começa agora uma troca. É a troca da água de Jacó, insuficiente (o Antigo Testamento), a religiosidade, o ritualismo, pela água de Jesus, abundante, (o Novo Testamento).

V.16-18. Uma nova vida começa pelo arrependimento.

V.19-21. O arrependimento produz o avivamento. “Vejo que és profeta”.

O CONHECIMENTO É CRESCENTE, PROGRESSIVO E CONSISTENTE:
judeu; maior que Jacó; profeta; Messias; Salvador.

V.22-24. Trata-se da grande lição do cristianismo universal, que não mais ficará restrito a lugares de culto.

V.26- Sou EU quem falo contigo. (Jesus o verbo encarnado, o Deus Emanuel)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Eliseu Multipica o Azeite da Viúva. II Rs.4.1-7.


O que fazer diante de um problema familiar? Onde procurar ajuda?
Problemas financeiros não ocorrem só hoje.




I - DIANTE DE UMA CRISE IDENTIFIQUE SEU PROBLEMA.

1 - O daquela mulher como muitos aqui hoje era financeiro e familiar.


a) O marido daquela mulher era crente, a mulher talvez; (em nenhum momento ela diz ser crente).



b) Muitos homens só querem fazer a “obra de Deus”. Porém, quando morrem deixam a família numa pindaíba. (Trabalho não é maldição na vida de ninguém).


2 - Traga seu problema ao profeta.
a) O nome Eliseu sig. DEUS SALVADOR. Deus não é apenas o salvador de nossas vidas, Ele também é o salvador de nossas famílias.

3 - Aguarde a orientação do Profeta. a) Pastores são responsáveis por orientarem seus rebanhos.

II – SEM AZEITE, SEM MILAGRE.

a) O PROFETA representa o Senhor Jesus.


b) A MULHER representa a igreja, um povo que vive na dependência da operação de Deus em suas vidas.

c) O CREDOR (Diabo) que tem o objetivo de subtrair os filhos, destruir os casamentos e, acabar com a vida financeira do povo de Deus.

d) Aquela mulher possuía apenas uma botija de azeite. (Debilidade Espiritual).

e) Eliseu então lhe disse para pedir tantos VASOS como aqueles que ela pudesse arranjar e que os fosse enchendo com o azeite que se encontrava na BOTIJA.

f) A viúva disse que apenas possuía uma botija de azeite e Eliseu mandou-a providenciar vasos.

O Azeite, é a essência do milagre na Igreja. A Igreja Fiel não quer ver seus filhos presos à escravidão deste mundo e busca constantemente a ajuda do Senhor Jesus. Mas ela não tem qualquer recurso humano. O azeite representa a bênção do Espírito Santo em nossa vida. Tem sido a nossa riqueza e é isto que o Senhor precisa para operar um grande milagre, que garante nossa liberdade como filhos de Deus.


III - A MENSAGEM PARA OS VIZINHOS

a) o desejo de Deus é que todos sejam salvos;

b) Não limite a benção do Senhor;

c) Compartilhe o seu milagre.

Conclusão:

Deus não deseja que suas bênçãos fiquem restritas a um pequeno grupo. Deus convida todos os vizinhos para trazerem suas “vasilhas vazias” (o coração necessitado)
Não fique aí parado, Deus procura vasos nesta noite.
Bata de porta em porta, acorde os vizinhos, tome emprestado.
Comece seu milagre agora! Encha os vasos.
O MILAGRE SE OPERA NUMA ESFERA DE COMUNHÃO.



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tendo visões de Deus. Zc. 4.1.9




V.1 – a visão de Deus é direcionada por Ele próprio.

V.2 - CASTIÇAL: símbolo do crente. O castiçal tinha que ser de ouro que simboliza a pureza e a santidade.

Esses castiçais também deveriam ter SETE LÂMPADAS e não se trata de lâmpadas elétricas, mas de azeite que simboliza o Espírito Santo de Deus.

O AZEITE usado nesses castiçais também tinha que ser puro, e não podia faltar, pois as lâmpadas deveriam ser mantidas acesas continuamente. ( Símbolo de nossa adoração).

O Senhor adverte ao povo dizendo que estes são os responsáveis por proverem o azeite para os Candelabros. (Lev. 24.1-3).

O AZEITE é também um símbolo do Espírito Santo, e assim como o azeite não podia faltar nas lâmpadas, também o Espírito Santo não pode faltar em nossa vida.

VASOS COM TUBOS: suprimentos inesgotáveis .

Prov.20:27 diz que o espírito do homem é a LÂMPADA do Senhor.

Sl.18.28 Porque o Senhor faz resplandecer a minha LÂMPADA.

O Azeite: é o nosso combustível espiritual. (Adoração).

ILUSTRAÇÃO: A apanha da azeitona recorre se a varas (bate-se a árvore com varas largas e flexíveis para que as azeitonas caiam sobre os panais) e, mais modernamente, utilizando meios mecânicos de vibração da árvore. A apos colheita toda azeitona e lavada em agua corrente. Logo depois precisa passar na moenda que é o processo de trituração da azeitona, até formar uma pasta, ou seja, é um processo de preparação da massa de azeitona. Antigamente eram utilizados moinhos de pedra. Hoje em dia recorre-se a moinhos de martelos metálicos. Seguidamente esta pasta é batida e aquecida numa termobatedeira de maneira a aumentar o rendimento de extracção, facilitando a separação do azeite. Podendo ser armazenada no maximo por até dois anos.

O Espírito Santo: é a chama que sustenta a nossa fé.

VEJAMOS QUAL É A UTILIDADE DO FOGO.

1.1 O FOGO QUEIMA: O fogo é um símbolo da presença de Deus, Deus é chamado de um fogo consumidor. A primeira revelação que Deus deu de si mesmo a Moisés foi na sarça ardente (Ex 3:2).

1.2 O FOGO CONSOME: o fogo santo de Deus consome o pecado nos crentes arrependidos, Ele os purifica, sem destruir sua personalidade.

1.3 O FOGO DERRETE: (Dt 4:11-12). Então o coração do povo se derreteu como cera na presença do Deus de Jacó.

1.4 O FOGO ENDURECE: Praticamente, o mesmo fogo que amolece a cera endurece o barro.

1.5 O FOGO AQUECE: O Espírito Santo qual fogo, torna a alma abrasada por uma ardente paixão, serviço e zelo por Deus (At 1:8).

V.4 Zacarias não ousou interpretar aquilo que não conhecia.

V.6. A visão de Deus nos traz ânimo.

V.7. Deus abate as montanhas. (Obstáculos)

V.9. A obra que você começou você vai terminar, e Deus vai ser engrandecido por isto.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

MEC investi na diversidade Sexual na Escola.

JOSUÉ, UM LÍDER SERVO.


1 - JOSUÉ, UM HOMEM COM PROPÓSITO.

2 - JOSUÉ, UM CRENTE ANIMADO NAS PROMESSAS DE DEUS.

3 - JOSUÉ, UM HOMEM QUE SEMPRE DESEJAVA A PRESENÇA DE DEUS.

Josué foi escolhido como líder do povo de Deus, por que o Senhor observou seu modo de viver e encontrou nele características que devem existir na vida de todo crente.

As características de um líder escolhido por Deus são diferentes das encontradas nos líderes desse mundo.

OLHAR É UMA APTIDÃO NATURAL OLHOS, E VISÃO É UMA FACULDADE DO CORAÇÃO.


Liderança é a arte de ajudar as pessoas a crescer, capacitando-as a adotar uma visão e a buscá-la com energia e paixão. Liderar para Deus diz respeito a obedecer à sua visão e princípios.


A LIDERANÇA NÃO É UM POSTO, NEM UM TÍTULO. É UM PROCESSO INTERATIVO ATRAVÉS DO QUAL UMA PESSOA EXERCE UMA “INFLUÊNCIA DOMINANTE” SOBRE SEGUIDORES VOLUNTÁRIOS.
Quem segue um líder terá uma visão de liderança.

“Levanta-te” V.2 - era a ordem de Deus para Josué.

“Conquiste” V.3 – O céu é o limite.

“Esforça-te” V.6; 7; 9. (Aplicar força, energia, dedicação no cumprimento de tarefa, trabalho, ou missão).

“Tem bom Ânimo” V.6; 7 Exemplo: “Uma pessoa desanimada vive apenas com 50% da sua força; a maioria dos pacientes que entram em óbitos nos hospitais são aqueles que viviam desanimados”. Mas encontra partida, um paciente com bom ânimo tem 80% de chance de ser restaurado!

"Medita" V.8 O segredo de uma vida vitoriosa:

“Não pasmes” V.9 O Senhor estava dizendo para Josué não ser covarde, não temer e nem se espantar diante de seus futuros inimigos, porque nenhum deles iria prevalecer contra ele. Como garantia disso o Senhor lhe deu a seguinte promessa: “....o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares”

Conclusão:

• Deus nos oferece uma causa, não apenas uma tarefa.
• Deus cria um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o que espera de nós. • Deus quer formar outros líderes, não apenas seguidores.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Diga não ao “kit gay” nas escolas



Somos contra o maior escândalo deste País.
o KIT GAY.

Para isto basta assinar o abaixo-assinado online.
é só clicar no link:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal; Assembléias Legislativas

Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY
Não aceitamos que nossas crianças de 7,8,9 e 10 anos recebam esse tal de KIT GAY.
Neste Kit Gay há 2 vídeos com o Titulo Contra homofobia, mas na verdade nesses vídeos contém mensagens subliminares para as nossas crianças, induzindo-as a homossexualidade.
Uma coisa é preconceito...Outra coisa é fazer apologia ao homossexualismo!!!


Neste Kit Gay, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo e incentivo a promiscuidade e a confusão de discernimento da criança sobre o conceito de família.

Na primeira das histórias homossexuais do Kit Gay, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto chamado Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e vê o pênis de seu amigo e se apaixona pelo garoto. Ao retornar para a sala de aula, a professora da classe chama o menino pelo seu nome (Ricardo), onde o mesmo cerra seus lábios, pois não quer ser chamado de Ricardo, e diz que quer ser chamado de "Bianca".
Na outra história do Kit Gay, o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para os vídeos(Kit Gay), que já estão em fase de licitação para começarem a serem distribuídos em todos a escolas estaduais e municipais do PAÍS.
Uma coisa é preconceito, outra coisa é APOLOGIA AO HOMOSSEXUALISMO!!!

Façam valer imediatamente nossos valores contra essa imposição que querem colocar para as nossas crianças.

Essa comissão de Direitos Humanos e Minorias que nós colocar o escárnio da sociedade. Eles querem aliciar nossas crianças com esse KIT GAY.

Os signatários

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

FALSAS DOUTRINAS






TEXTO BÍBLICO:

Apoc. 2.12-16 E ao anjo (1.20) da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios: Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem. Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio. Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.

PALAVRA INTRODUTÓRIA.

Nesta lição, abordaremos o perigo das falsas doutrinas, as quais, se não forem repelidas da igreja, levarão, certamente, o povo à desobediência e ao pecado.

1 – FALSAS DOUTRINAS NA IGREJA. Pérgamo era uma cidade rica, com grande acervo cultural e religioso. Ali, foram construídos templos pagãos e suntuosos. Em razão dessa influência pagã, Jesus denominou o local de trono de satanás. (2.13)

1.1 A DOUTRINA DE BALAÃO. Balaão foi aquele misterioso profeta mercenário que apareceu na história de Israel. (Nm.22.23,24; 31.8,15,16).

Tudo o que leva o povo pra longe de Deus é doutrina de balaão.

2 – DIFERENÇA ENTRE DOUTRINA E COSTUMES. a) Bons costumes são regras que conhecemos e, ao praticá-las, podemos viver melhor como cristãos. (1ªCo.15.33) Porém, todo costume, mesmo sendo muito bom, não tem a RELEVÂNCIA e a APLICAÇÃO de uma doutrina. b) Doutrinas são baseadas num conjunto de princípios bíblicos, estabelecidos por Deus EXCLUSIVAMENTE EM SUA PALAVRA.


• O costume é passageiro, a doutrina permanece firme.
• O costume muda, a doutrina permanece inalterável.
• O costume funciona no sentido de perpetuar a vontade humana.
• Os costumes não devem ser contados como elementos que garantem a salvação.


3 – O PERIGO DAS FALSAS DOUTRINAS. Quando se trata de falsas doutrinas, temos que ser inflexíveis e repudiá-las. O erro doutrinário afasta o homem do conhecimento de Deus.

• Falsas doutrinas são comparadas a ventos sem direção. (Ef.4.14a)
• São fraudulentas e são idealizadas com o objetivo de receber recursos financeiros. Sem nenhum fundamento da Palavra de Deus. (Mt.10.8b)
• Tem como pai o diabo. Pois, trata-se de um ensino mentiroso. (1ªJo.2.21; 1ªTm.4.1)

4 - A BÍBLIA – ESPADA AFIADA CONTRA HERESIAS. A ação mais eficaz para se identificar e rejeitar uma falsa doutrina e confrontá-la com a Palavra de Deus.
A igreja de Pérgamo foi confrontada “por aquele que tem a espada afiada de dois gumes”. (2.12) Da mesma forma que o anjo fez com balaão. (Nm.22.31-32)

4.1 - COMO COMBATER AS FALSAS DOUTRINAS?

• Analisando o tema sob o contexto bíblico.
• Examinando tudo o que se fala à luz da Palavra. (At.17.11)

CONCLUSÃO:
As falsas doutrinas são uma ameaça a qualquer igreja, prejudicando a saúde espiritual do crente e seu pleno desenvolvimento no corpo de Cristo. Por esta razão devemos nos aprofundar nas Escrituras.



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Exército e o Complexo do Alemão

O general Alvaro de Souza Pinheiro lembra que a missão não é retomar só o terreno, mas os corações e mentes e destaca a experiência no Haiti como valorosa porque o cenário lá é muito mais complexo.






Parabéns a Rede Bandeirantes pelo Debate. Por RBS Bastos

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Uma Lição Sobre a Vida




Transmitido pelo Canal Livre na Rede Bandeirantes Sobre o Tema: Aborto no Brasil. A Drª Elizabeth Kipman Cerqueira, dá um verdadeiro banho de conhecimento científico em defesa da vida. Ela é Médica ginecologista/Obstétrica; integrante da Comissão de Ética e Coordenadora do Depto. de Bioética do Hospital São Francisco, em Jacareí - SP. Diretora do Centro Interdisciplinar de Bioética da Associação “Casa Fonte da Vida” e especialista em Logoterapia e Logoteoria aplicada à Educação.

O Perigo da Perda da Visão Focada em Jesus






TEXTO BÍBLICO:

Heb.12.1-2. Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.

PALAVRA INTRODUTÓRIA.
A lição que será abordada ensina acerca da importância de o crente ter seus olhos fixos em Jesus, o autor e consumador da fé.

1 - AVISÃO FOCADA EM JESUS. Olhar para Jesus é contemplá-lo nas Escrituras; e, assim, reconhecermos as suas obras, observando o que Ele promete e também o que Ele pede de nós.

1.1 UMA NUVEM DE TESTEMUNHAS. O que o autor do livro aos Hebreus quis nos ensinar quando afirmou estar ao nosso redor um grande número de testemunhas? (heb.12.1). Não significa tratar- se de expectadores olhando para nossa caminhada, mas sim pessoas que se tornaram testemunhas da fé. A galeria dos heróis da fé são o testemunho de Deus pra nós através da vida de pessoas normais, que com suas deficiências alcançaram testemunho.

1.2 O FRACASSO DOS QUE NÃO ENXERGAM. Quando os doze príncipes de Israel foram espiar a terra prometida, dez deles esqueceram os grandes e poderosos livramentos do Senhor. (Num.13.33). Quem não confia em Deus não consegue triunfar sobra as dificuldades da vida.

1.3 QUANDO OLHO PARA JESUS, DEIXO DE LADO OS EMBRARAÇOS. (Não é pecado, e sim, a perturbação causada pela ansiedade, e esta não é uma virtude cristã). Em Lc. 14.15-24. Três homens foram convidados para participarem de uma grande ceia oferecida pelo seu Senhor, mas faltaram.

1.4 QUANDO OLHO PARA JESUS, ABANDONO O PECADO. Olhar para Jesus significa acertar o alvo, traçado por Deus, obedecendo a Deus e sua Palavra.

2 - SOBREVIVENDO NO DESERTO. (Nm.20.21;21.4). A caminhada dos Israelitas é um tipo, um retrato de nossa caminhada para a conquista da Canaã Celestial.

2.1 A IMPACIÊNCIA DE UM POVO. Já próximos de conquistarem a Terra de Canaã, tendo peregrinado no deserto por quarenta anos. O povo começou a desviar seus olhos das promessas de Deus.

2.2 JUÍZO E CORREÇÃO DE DEUS. (Nm.21.6) Deus enviou serpentes para disciplinar o povo. Diferença entre castigo X Punição. No castigo, Deus visa a correção, isto é, não é uma punição. Na punição, repousa o juízo divino que se dá após várias tentativas de correção.

2.3 OPORTUNIDADE DE LIBERTAÇÃO. Então Moisés orou pelo povo. (Nm.21.7b)

3 - OLHANDO PARA JESUS. A serpente levantada do deserto apontava para Jesus. Quando olho para Jesus com fé, entendo o que Deus pensa sobre o pecado. Jesus foi levantado no madeiro levando consigo as nossas dores. (Is.53.4; Jo.3.14-15). Deus não removeu o pecado, mas providenciou o remédio.

4 - A CARREIRA E O ALVO. Nenhum atleta corre em vão. Todos tem um alvo definido. (Gl.2.2); nesta corrida que nos está proposta não pode se queimar etapas.
Ilustração: Olimpíadas de 1984. Gabrielle Andresen Cruzou a linha de chegada após correr 42 km e na reta final ficar com parte de seu corpo paralisado. Carreira são as etapas da vida cristã, que requerer do crente um preparo constante e adequado. Para tal e necessário se alimentar da Palavra de Deus, (Sl.119.11). Vencer a rotina da carreira, pois esta nos furta o objetivo de nossas conquistas. E, vencer nossos adversários. (2ª Pe. 1.10). Somente através da visão em Deus, que é o nosso alvo, podemos correr com paciência a carreira que nos está proposta. Olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé. Alcançaremos a vitoria.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Liberdade Cristã. Gl.1.1-10



Defendendo o Evangelho da Graça e a liberdade Cristã. Gl.1.1-10
I - Através do MINISTÉRIO: Quem chama, vocacional, capacita e envia é Deus. E o que valida um ministério é a fidelidade a Palavra.

II - Através da MENSAGEM. Cristocêntrica, bíblica e neotestamentaria.

III - Através da MOTIVAÇÃO. Fama, dinheiro, reconhecimento.

Na Graça há simplicidade. No legalismo (pseudo-evangelho) há uma mistura entre a lei e a Graça.

• O evangelho da Graça no leva a Salvação.

• No legalismo, evangelho é de homens e nos leva a escravidão. Pois distorcem a verdade do Evangelho.


A Graça é um dom. A salvação é pela Fé. Ef.2.8

Viver pelas obras significa abandonar a Deus. Que é quem nos salva pelo seu amor.


Não há dois Evangelhos. Evang. Das Obras (lei) e o Evang. Da Graça (Fé).

O legalismo trás perturbação. o que Significa: Tempestade, confusão, medo e maldição.
A mensagem do Evangelho da Graça nos traz Paz.


A Graça foi estabelecida em Abraão. A lei serviu como um caminho para a manifestação de Cristo. (o descendente da mulher). Deus não tardou em enviar seu Filho. Ex: O império Romano foi fundamental para tal propósito. (línguas e estradas).


• O legalismo é um evangelho de homens. Não segundo o Espírito de Deus.
• O legalismo é uma regressão espiritual. Onde o crente deixa de ser filho e se trona escravo.


Na liberdade Cristã, o servo se torna filho.


O QUE SIGNIFICA DIZER QUE VOCÊ POSSUI UM DEUS QUE É PAI.

• Características ente filho x servo.


O filho tem Pai. O Servo tem um senhor.

O filho tem características do Pai. O servo não se parece com seu senhor.

O filho é livre e obedece por amor.

O servo é escravo e obedece por medo.


O filho é rico.

O servo é pobre.


O filho tem futuro.

O servo não tem perspectivas.

• Quem é livre não tem motivo para se tornar escravo. A liberdade cristã nos leva ao conhecimento da verdade. Jo. 8.32-36.

• O legalismo furta a verdade, tornando o crente prisioneiro de um sistema religioso farisaico. Mt.23.23.

• No legalismo, o fardo é dobrado. O sacrifício de Cristo é violentado e leis estabelecidas por homens são implantadas. Mt.11.28-30.

Na graça, o fardo é tirado, o pecado perdoado e uma nova vida e estabelecida por Deus. Na Graça somos Guiados pelo Espírito: É o Espírito Santo que inibi o desejo de pecar. Porém, não nos impedi de tomarmos a decisão de pecar.

domingo, 28 de novembro de 2010

Força, Rio!

A reação dos cariocas: a população dá apoio às ações do governo, que enfrentou com força e inteligência os ataques do tráfico. O crime organizado não se conforma com o sucesso das Unidades de Polícia Pacificadora
Francisco Alves Filho e Wilson Aquino














TERÇA-FEIRA,
23 de novembro Carro incendiado em avenida no centro da cidade.
Bombeiros combatem o fogo
O estado responde ao crime












QUINTA-FEIRA,25 de novembro Blindados da Marinha se unemà PM para garantir a retomada da Vila Cruzeiro













GUERRAPoliciais do Bope entram na Vila Cruzeiro e traficantes fogem em debandada para o Complexo do Alemão



















Com um tiro certeiro de cidadania e autoridade, o governo do Rio de Janeiro conseguiu finalmente alvejar um inimigo que há décadas aterroriza a população do Estado. O tiro tem nome e sigla: Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, projeto de policiamento comunitário que já resgatou nos últimos dois anos mais de 300 mil favelados do mundo de terror instaurado historicamente pelos traficantes de drogas. O inimigo que foi gravemente ferido é o crime organizado. Ao instalar as UPPs em favelas, o governador Sérgio Cabral rompeu com a ordem até então vigente nas comunidades carentes: a violência dos bandidos é que determinava o que podia ou não ser feito. As armas eram a lei e o crime organizado detinha o controle territorial. Isso acabou nas 12 comunidades pacificadas até agora, atingindo diretamente a receita do narcotráfico. Na semana passada, a reação veio forte e orquestrada. Do domingo 21 até a quinta-feira 25, o Rio viveu dias de pânico. Através de arrastões e atentados que atingiram sobretudo o patrimônio privado e público, com carros particulares e ônibus urbanos queimados (cerca de 100), cabines da Polícia Militar metralhadas (três PMs feridos até a tarde da sexta-feira 26) e falsas ameaças de bombas, os criminosos impuseram um onda de terror sobre toda a população, no momento em que a Cidade Maravilhosa se prepara para eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.








BLINDADOS Dão segurança ao Bope.



O carioca foi pego de surpresa, mas, ao contrário do que ocorre há décadas, desta vez o governo estava preparado. Tinha a sua disposição um serviço de inteligência capaz de se antecipar e uma política de enfrentamento estrategicamente definida, em que não cabe negociação com o tráfico. “Já esperávamos que os criminosos reagissem às UPPs e isso é a prova de que estamos no caminho certo”, diz o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Um dos primeiros sinais captados pelo Estado de que o tráfico partiria para ações terroristas veio com a informação de que estava se consumando a união entre duas facções criminosas: Comando Vermelho (CV) e Amigo dos Amigos (ADA). Dias antes do início dos atentados, o Serviço de Inteligência instalado no terceiro andar do edifício da Secretaria de Segurança havia detectado que uma leva de marginais da facção Amigo dos Amigos se deslocara até o Complexo do Alemão, base do Comando Vermelho. Antes numa relação de gato e rato, agora essas duas facções se tornavam carne e unha para sangrar a população. O Serviço de Inteligência descobriu que os visitantes pernoitaram no novo endereço, ou seja, uma aliança estava se formando. Claro que ela iria agir militarmente para forçar o governo a uma negociação política que restringisse a presença de UPPs nos morros. Não funcionou.


Na quinta-feira o governo reagiu. Com o apoio logístico e de nove blindados da Marinha, o Bope subiu as estreitas ruas da Vila Cruzeiro, no complexo do Alemão, uma região controlada pelo tráfico e onde estava instalado o QG da bandidagem que desde o domingo barbarizava o Rio. Capitães Nascimento – não o do filme mas aqueles que dão e levam tiro de verdade – eram aplaudidos por onde passavam, numa rara manifestação de apoio da população às suas forças policiais. Bandido, quando assalta, diz à sua vítima: “Perdeu!” Dessa vez, foi como se os cariocas, ao apoiarem francamente o governo (só na quinta-feira foram mais de mil ligações ao disque-denúncia, recorde absoluto desde a sua criação em 1995), falassem em coro: “Vocês perderam!”. Diante do avanço policial, os traficantes fortemente armados fugiram desesperados como quem foge de um tsunami – no caso, um tsunami de autoridade e cidadania, que começou a mudar as regras do jogo imposto nos morros cariocas há mais de três décadas.


Assim como a população do Rio foi surpreendida pelos ataques promovidos covardemente pelo tráfico, os traficantes também foram pegos de surpresa pela reação policial, que tinha conhecimento prévio do que estava para ocorrer. “Eu estou aqui aguardando a UPP: a bala vai comer sério”, dizia uma carta ameaçadora apreendida no Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná, onde chefões do narcotráfico cumprem pena e para o qual foram sumariamente enviados todos os 192 presos na última semana, sob a acusação de promoverem os atentados. Se o objetivo da bandidagem era provocar uma negociação, o tiro saiu pela culatra. “Não tem negociação. Acordo com traficante é cadeia”, disse à ISTOÉ o governador Sérgio Cabral. Esse está sendo de fato o destino dos narcotraficantes e, para isso, o governo vale-se sobretudo de seu Serviço de Inteligência. Munido de 15 computadores destinados exclusivamente a interceptações telefônicas e de outros dois que armazenam mil horas de vídeo em alta definição e um milhão de diálogos gravados, o Serviço de Inteligência tem hoje a capacidade de cruzar dados com precisão, descobrindo novos traficantes e suas andanças pelos morros.
Na quinta-feira o governo reagiu. Com o apoio logístico e de nove blindados da Marinha, o Bope subiu as estreitas ruas da Vila Cruzeiro, no complexo do Alemão, uma região controlada pelo tráfico e onde estava instalado o QG da bandidagem que desde o domingo barbarizava o Rio. Capitães Nascimento – não o do filme mas aqueles que dão e levam tiro de verdade – eram aplaudidos por onde passavam, numa rara manifestação de apoio da população às suas forças policiais. Bandido, quando assalta, diz à sua vítima: “Perdeu!” Dessa vez, foi como se os cariocas, ao apoiarem francamente o governo (só na quinta-feira foram mais de mil ligações ao disque-denúncia, recorde absoluto desde a sua criação em 1995), falassem em coro: “Vocês perderam!”. Diante do avanço policial, os traficantes fortemente armados fugiram desesperados como quem foge de um tsunami – no caso, um tsunami de autoridade e cidadania, que começou a mudar as regras do jogo imposto nos morros cariocas há mais de três décadas.
Fonte: www.istoe.com.br

sábado, 27 de novembro de 2010

O QUE É CARISMA



Primeiro é necessário definir especificamente o que é carisma: Lat. charisma < Gr. chárisma, favor, graça s. f., dom da graça de Deus; designação dos dons e disposição de cada cristão para o desempenho da sua missão dentro da Igreja; Na bíblia o termo grego que originou a palavra carisma (charisma ou charismata da raiz charis) significa graça, esta relacionado aos Dons Espirituais. Daí o significado que os dicionários trazem.
Grego: charisma: “Dom da graça, dom envolvendo a graça por parte de Deus como Doador”; é usado acerca de:
(a) Suas dotações gratuitas aos pecadores (Rm 5.15. 16; 6.23; 11.29);
(b) as Suas dotações aos crentes mediante a operação do Espírito Santo nas igrejas (Rm 12.6; 1 Co 1.7; 12.4,9, 28, 30,31; 1 Tm 4.14; 2 Tm 1.6; 1 Pe 4.10);
(c) aquilo que é dado através da instrução humana (Rm 1.11).
Capacidade ou talento que o Espírito Santo concede aos servos de Deus para uso em favor dos outros (Hb 2.4; 1Pe 4.10). No NT há duas listas de dons: Rm 12.6-8 e 1Co 12.4-10. O Dicionário Aurélio diz que DOM é um presente, uma dádiva.
Regra geral, tudo o que temos, até nossa vida, é DOM de Deus; é-nos dado por Ele. Tudo o que o homem usufrui em função do seu trabalho - prosperidade, diversões, comida, bebida, alegria - é DOM de Deus (Ec 3.13; 5.19; Rm 6.23). A fé é dom de Deus (Ef 2.8).

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Apaixone- se por seu ministério.


Heb.11.33-34. Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, 34-Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.


Aprenda a olhar para o seu ministério pela ótica de Deus. A galeria dos heróis é nos exposta como exemplo de fé que supera a fraqueza. Estes personagens estão ali para nos incentivar a seguir na jornada da vida cristã, apesar de todas as nossas fraquezas.

As fraquezas tendem a nos levar ao desânimo, e a única maneira do obreiro ser um vitorioso, é aprender a depender de Deus em tudo o que faz, pois a coisa que Deus mais valoriza nos seus servos é a humildade seguida de quebrantamento.


• Volte a edificar um altar a Deus. Ilustração: As pedras do altar não podem ser lavradas.

• Prioridades precisam ser ajustadas. Não posso querer fogo se não re-edifico meu altar.

• A paixão é comparada ao fogo: intensa, forte, quente e envolvente. A paixão é arrebatadora não manda aviso que está chegando nem pede licença para entrar em nossas vidas.

• Muitos não alçam voo no seu ministério, e não chegam mais longe porque temem o envolvimento de entrega que há na paixão.


SE VOCÊ NÃO ESTÁ DISPOSTO A MORRER POR SEU MINISTÉRIO NÃO É ISSO QUE VOCÊ ACREDITA.


I – O lugar para onde Deus nos chama é o lugar onde encontraremos as nossas maiores realizações.


A vocação divina nunca foi uma sentença na vida de ninguém. A grande problemática da nossa vocação para o serviço e que sem uma paixão ela se torna cansativa. A causa de grandes fracassos do cristianismo contemporâneo está em estarmos desligados da noção de que fomos chamados e enviados por Deus. A maioria de nós tem se esquecido do poder sobrenatural existente na vocação de Deus em transformar pessoas comuns, como nós, e nos habilitar para mudarmos o mundo.
Esta é a missão que nos foi dada por Deus a de Manifestar neste tempo presente a Glória de Deus que há na eternidade. Mt.28.20; Mc.16.15-18.



E a certeza do meu chamado que me motiva e me faz crer. Is.43.1 "tu meu servo quem escolhi”... A nossa visão deve está concentrada neste foco.


A grandeza do seu ministério. Ef.1.19 “Grande é o poder que opera em nós”. Sua vocação combina dimensões sobrenaturais com dimensões terrenas.
E nos tira de uma vida de singularidade para uma vida de excelência. Rom.8.35-39.




II – A visão distorcida de um ministério nos leva a lugares áridos.



A glória dos querubins que brilhava sobre seus rostos servia para esconder a sua fraqueza! Eles tem pés de vaca. Ez.1.7 A glória que de Deus recebemos é depositada em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa! 2ª Co.12.9 “Vaso sem ornamento é vaso sem honra” .


O profeta João batista começou seu ministério em um deserto. Precisava estar habilitado a lidar com os corações secos, para anunciar o arrependimento.



Jesus também foi levado para um deserto. Para vencer o diabo e mostrar que é a paixão de uma vocação que move um homem. Mt.4.4



Verdades a respeito do deserto. O deserto é um lugar de disciplina e é um lugar de libertação e não de salvação.



Deut. 8.2 E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não. 3 E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem. 4 Nunca se envelheceu a tua roupa sobre ti, nem se inchou o teu pé nestes quarenta anos.
O deserto tira de nós todo orgulho e vaidade, e nos ensina a vivermos sob a dependência e direção de Deus. Igreja! Deus não chamou ninguém aqui para morar no deserto. Porém, entenda foi no deserto onde Deus mais manifestou o seu poder sobre Israel.




III – Aqueles que são chamados sabem pra onde vão e onde querem chegar.


Não existe nada maior ou sobrenatural na vida daquele que foi chamado do que a revelação de sua chamada.


O seu ministério crente deve ser a manifestação do amor de Deus em ação. De saber que Deus escolheu você. O nosso ministério e maior do que “médicos sem fronteiras”.



Você é um médico dos aflitos. Você é um clinico geral que cuida das mazelas das almas dos perdidos. Você é o especialista da fé que leva uma palavra no meio do caos.



Apaixonar-se de novo pode ser mais satisfatório do que o primeiro amor.
A emoção passou, você amadureceu e agora mais do que nunca você sabe o que quer.


O amor é o incentivo mais fascinante do ministério. Nossas intenções e motivações estão entre os assuntos mais importantes do nosso ministério.
Um ministério sem a presença de Deus é uma piada.



O que nossas igrejas precisam são de pessoas visionárias. 2ºRs.6.17; de Pessoas que tiram seus olhos da horizontal e erguem seus olhos na Vertical. Sl.121.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

BATISMO



O batismo é o fim do poder dominador do pecado sobre a vida do crente.
É a celebração de uma nova vida. É ressurreição da morte estabelecida pelo pecado, cf. Ef.2.1; para uma nova vida de comunhão com Deus através do batismo. Pr. RUBENS BASTOS.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A VERACIDADE DA FÉ CRISTÃ



CRAIG, Willian Lane. Detêm doutorados em Teologia (Munique, sob Wolfhart Pannenberg) e Filosofia (Birminham, sob John Hick) e é indiscutívelmente o maior apologista cristão da atualidade.

Craig, domina detalhadamente seus objetos de estudo que variam da teologia à cosmologia. Colocando a ressurreição de Cristo sobre fundamentos inabaláveis e expondo argumentos bem fundamentados e irrefutáveis.

Craig, demonstrar que o cristianismo é verdadeiro inclui a apresentação de argumentos lógicos e convincentes em favor da veracidade cristã. Uma vez que esse é atacado por todos os lados como irracional e ultrapassado.
O que se vê hoje é uma verdadeira batalha intelectual travada nas universidades, nas publicações especializadas e na mídia como um todo. No calor dessa batalha, nossa próxima geração de líderes tem absorvido uma perspectiva evidentemente anticristã.

Dentro dos círculos evangélicos, o anti-intelectualismo representa não apenas uma ameaça, mas uma realidade palpável. O cristão, logicamente, não pode se dobrar à força dessa realidade nem se confinar em cubículos intelectuais alienantes.

A apologética serve exatamente para mostrar aos não-cristãos a veracidade da fé cristã e para estabelecer as ligações entre a doutrina cristã e outras verdades. É uma disciplina que revela a plena possibilidade de defesa racional da fé. Ela também mostra aos cristãos que eles não precisam viver na periferia da existência intelectual responsável.

Segundo Craig, Quando falando aos outros sobre a fé cristã, precisamos de um denominador comum com o quais ambos os lados possam contar, e ao quais ambos possam apelar. Os cristãos contam com a Escritura para informá-los sobre Deus, o universo, a natureza humana, a sociedade e todos os outros aspectos da fé e da vida.

Nós consideramos a Escritura como autoritativa e infalível, pois suas palavras foram inspiradas por Deus. Deus nos diz diretamente a verdade através da Bíblia.
Contudo, problemas levantam-se quando cristãos tentam usar a Escritura em suas conversações com incrédulos ou membros de religiões não-cristãs –– a saber, estes não consideram a Escritura autoritativa e, portanto, falham em sentir qualquer impacto nos argumentos dos cristãos ao usarem a Escritura.

Certamente, a maioria dos não-cristãos não tem problema com os cristãos apelarem à Escritura quando o debate é sobre o que o Cristianismo autêntico crê, mas isto não significa que eles reconhecerão o que é ensinado na Escritura como verdadeiro. Aqueles que pertencem à religiões não-cristãs, freqüentemente têm seus próprios textos sagrados confiáveis, e responderão aos apelos dos cristãos à Escritura apelando ao seu próprio livro sagrado.

Parece que, mesmo se formos usar a Escritura em nossos argumentos, devemos apelar a alguns outros denominadores comuns que temos com os não-cristãos, para levá-los a crer na reivindicação de que a Bíblia é confiável. A Escritura não pode ser o primeiro e o único denominador comum que temos com os não-cristãos, pois eles não reconhecem sua autoridade.

Certamente, é possível para o Espírito Santo usar passagens da Bíblia para convencer os incrédulos e abrir suas mentes para aceitarem a posição cristã.
Portanto, precisamos de um denominador comum que seja considerado autoritativo para o incrédulo, de forma que quando o cristão demonstrar a verdade do Cristianismo usando este denominador comum, o incrédulo será forçado a abandonar o denominador comum, ou a aceitar o Cristianismo como verdadeiro. O melhor denominador comum que corresponde às exigências é a razão. A maioria dos incrédulos respeita a autoridade da razão, e muitos reivindicam que eles não são cristãos precisamente devido à sua confiança na razão.

Se puder ser demonstrado que a razão favorece as reivindicações do Cristianismo, e mostrar de fato que o ateísmo, ou qualquer outra filosofia ou religião sustentada pelo incrédulo, é falso e contraditório, então, o incrédulo deve fugir para o campo da irracionalidade (uma acusação que eles falsamente trazem contra o Cristianismo), ou concordar com as reivindicações do Cristianismo e agir de acordo com ele.

Alguns cristãos podem objetar a este ponto, dizendo que a razão é contra o Cristianismo; contudo, isto é uma mentira que incrédulos têm publicado por anos, tanto que muitos cristãos a têm aceitado como verdade. A lógica é tão essencial que é impossível argumentar contra seu uso sem usá-la. Uma vez que alguém argumenta contra o uso da razão para defender o Cristianismo, ele já está usando a razão para falar sobre o assunto de defender o Cristianismo.

Nem todos os cristãos são contra o uso da razão porque eles a consideram uma forma ímpia de defender a fé. Embora alguns possam citar isto como sua razão, a causa real de sua preocupação descansa sobre a idéia de que o incrédulo vencerá o argumento se concordamos sobre a razão como o nosso denominador comum. Eles suspeitam que se concordarmos que crenças contraditórias devem ser falsas, então, o Cristianismo se mostrará como falso.

Esta insegurança vem da falta de informação e treinamento. Pode-se dizer com segurança que muitos parariam de se objetar ao uso da razão e da lógica como o nosso denominador comum com o incrédulo, se eles tivessem a certeza de que o Cristianismo não é contraditório e que ele pode ser demonstrado como sendo o único sistema de crença lógico, coerente e realístico que existe. Devemos perceber que a própria natureza de Deus é lógica e não-contraditória. A razão sã procede naturalmente de Deus, e qualquer discurso sobre Ele ou qualquer estudo das Escrituras deve empregar a razão e as regras da lógica para receber e transmitir idéias de uma maneira significativa e coerente. Sem a razão para confirmar nossas (e dos incrédulos) crenças, a apologética seria impossível, visto que todas as crenças seriam reduzível à preferências subjetivas, pessoais e não-demonstráveis.


Por isso, o único papel que resta para argumentos e provas é subsidiário. Como definiu Martinho Lutero, ao chamar de uso magisterial e ministerial da razão. Em seu uso magisterial da razão ocorre quando a razão está acima do evangelho, como um magistrado, e o julga com base em argumentos e provas. Enquanto no uso ministerial da razão, ocorre quando a razão se submete e serve ao evangelho. Sendo somente aceito o uso ministerial da razão.

A perspectiva exposta acima nos capacita a ter uma fé racional sustentadas por argumentos e evidências, sem fazermos de argumentos e evidências o fundamento de nossa fé. Precisando o apologista cristão desenvolver de maneira convincente e coerente uma verdadeira defesa de sua fé. Não desanimando nunca. O sucesso em testemunhar consiste simplesmente em falar de Cristo no poder do Espírito Santo e deixar os resultados com Deus.
Concluímos pois. Que, é o Espírito Santo, no final das contas, que nos dá a certeza da veracidade do cristianismo. Aquele que sabe que o cristianismo é verdadeiro com base no testemunho do Espírito Santo também pode ter uma boa apologética, que lhe reforce e fortaleça o testemunho do Espírito Santo.


"Não há nad CRAIG,William Lane. É autor do livro: A Veracidade da Fé Cristã . Publicado pela editora VIDA NOVA. Ano 2004.

"Não há nada repartido de modo mais equitativo no mundo do que a razão: todo mundo está convicto de ter suficiente." (René Descartes)

Por: RUBENS BASTOS



domingo, 14 de novembro de 2010

NIBIRU - Uma Análise à Luz da Bíblia.



Em resposta aos nossos leitores, quero deixar bem claro que não acredito em Profecia Maia, ou fim do mundo em 2012. Creio somente na Bíblia Sagrada.
Como um estudante aficionado pelo ensimo bíblico, entendo que algumas profecias bíblicas podem, e devem ser analisadas à luz da História e da Ciência.

sábado, 13 de novembro de 2010

Cuidado com o mito da igreja perfeita





por: Observatório Teológico



Há um mito recorrente no meio evangélico que precisa ser esclarecido sob pena de muitos viverem docemente sua ilusão, o qual lhe trará muitos prejuízos espirituais. Falo do mito da igreja perfeita. Ou seja, cristãos que acreditam piamente que a "sua" igreja é perfeita. Que é a que mais segue perfeitamente o que a Bíblia diz. E digladiam-se com outros conservos seus por causa disto, causando muitos malefícios e atrasos para o avanço do Reino de Deus.

O orgulho religioso é a pior espécie de orgulho que pode existir. É um contrasenso falar-se de alguém que seja crente em Jesus Cristo, salvo, lavado e remido por Seu sangue e que seja possuidor de uma incrível arrogância porque pertence a igreja "A". Ele é convicto de que a igreja "A", a sua querida igreja, igreja de sua infância, igreja onde casou, onde seus filhos nasceram e foram apresentados, igreja onde agora exerce seu diaconato, é a igreja que Deus idealizou para Seus filhos. Possui a melhor liturgia, a melhor "doutrina", os melhores cânticos, os cantores melhores estão ali, o seu pastor é o grande homem de Deus na cidade, enfim, o lugar da benção de Deus é ali.

Mas este hipotético crente, em seu lugar de trabalho, mantém a amizade com outro igualmente irmão em Cristo que pertence à igreja "B". Este seu amigo fala maravilhas de sua igreja. Que culto abençoado. Que cânticos maravilhosos. Que testemunhos de vida. Que mocidade laboriosa. E que poder do Espírito Santo opera ali. Ali, na igreja "B" realmente, é o lugar da benção divina. é o melhor lugar onde o crente pode estar. A igreja melhor na história daquele município. Não sabe este irmão como o seu conservo e companheiro de trabalho pode continuar naquela igreja, qual o nome mesmo? Ah, a igreja "A" sendo que na igreja "B" o "pasto" é de superior qualidade para as "ovelhas". Afinal, o pastor ali é mais ungido não é?

Acontece que o encarregado deste dois irmãos, é membro da igreja "C". E, como chefe imediato deles, todas as manhãs distribui as tarefas da seção onde trabalham. E aproveita os momentos iniciais antes de iniciarem o turno, ou nos intervalos de almoço e lanche, para falar maravilhas de sua igreja. Para ele, não há igreja melhor na cidade que a igreja "C". Ganha disparado das outras em todos os quesitos. Com um detalhe a mais: recentemente inauguraram um templo. Um templo não: Um templaço! Afinal, como esta igreja, além de ser nota 10 em todos os quesitos, é também uma igreja altamente "marketeira". E igualmente utiliza as últimas novidades em mídia eletrônica. Estação de rádio própria, canal de TV, site na web. Liturgia, pregação, música, liderança, enfim, em tudo que se possa imaginar, o crente membro daquela comunidade pode verdadeiramente se "orgulhar" de que pertence à verdadeira igreja do Senhor porque tudo lá "é do bom e do melhor", afinal, "eles são filhos do Rei". Estão inteiramente convencidos que as duas horas de culto ali é um verdadeiro "show", um verdadeiro megaevento que não é comparável a qualquer culto dessas "igrejinhas" de periferia.

Afinal, o que faz alguém pensar que a sua igreja é a melhor do "pedaço"? O que leva um cristão a alimentar tal vaidade em relação às outras igrejas e denominações? Tais irmãos sofrem da "síndrome do tubo". Acreditam que Deus só olha para eles lá do céu através de um tubo comprido, com Seu olhar concentrado sobre eles de tal forma que os outros grupos, outras igrejas, estariam fora deste Seu "especial cuidado". Miseravelmente, muitos acreditam que a coisa se dá desta forma. Deus não estaria se lixando com os outros, porque eles não procedem em conformidade com Sua vontade. Claro, vontade que se expressa em tudo o que se relaciona com o seu próprio "abençoado" e "eleito" grupo.

Não é considerada por nenhuma das hipotéticas igrejas relatadas, a passagem de Efésios 4.1-6: "Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós."

Também não devem considerar o que Jesus disse para João que dissera: "Mestre, vimos um que em teu nome expulsava os demônios, e lho proibimos porque não te segue conosco. E Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós" (Lc 9.49,50).

E muito menos outra instrução de Paulo, desta feita em 1Coríntios 12.12-14: "Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos." E na continuidade destes versículos, Paulo faz uma maravilhosa analogia entre os membros do corpo humano e os membros do Corpo de Cristo, a Igreja, ajudando ainda mais a compreendermos a mistificação que muitos fazem de se acharem a verdadeira igreja.

O Novo Testamento deixa de forma clara e irredutível a certeza a todos os crentes de que a igreja em que estão NÃO É A VERDADEIRA E A ÚNICA IGREJA! Todo aquele que faz tal afirmação estapafúrdia, não compreende a natureza da verdadeira igreja de Deus. Infelizmente, em seu aspecto puramente humano, a Igreja de Jesus sofre com divisões e contendas que conspiram contra sua verdadeira natureza. Mas o que nos causa espécie é o fato indubitável de que, mesmo assim, o Senhor da Igreja age, mesmo em meio às dúbias posturas humanas. O Senhor age mesmo em meio às vaidades e atitudes mesquinhas de seus servos.

Fica o apelo para que possamos discernir, em espírito de oração e com a Palavra de Deus em mãos, tendo o Espírito Santo como supremo intérprete, todas as questões que se possam levantar no que tange à missão da Igreja no mundo. Se houver uma ampla abertura para o agir do Senhor no seio da Sua Igreja, se ela caminhar inteiramente sob Sua direção e não segundo diretrizes humanas e discutíveis, muito do que vemos hoje será assunto do passado.

É certo que há diferenças entre os cristãos. Muitas diferenças. Mas há um núcleo central que os une. Há um elo inquebrantável: Jesus Cristo. Aprendamos com Ele, que ainda é o SENHOR DE SUA IGREJA. Aquele que estabeleceu o colégio apostólico com homens bem diferentes entre si. E que durante três anos lhes ensinou como deveriam andar, posto que seguidores Seus.

Cuidado com o mito da igreja perfeita. Cuidado com esta mentira diabólica. A igreja perfeita? É a que vemos, igreja triunfante e gloriosa, descrita em Hebreus 12.23: "À universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados."

Meus irmãos, aí está a igreja perfeita. Aqui na terra? Pretensões espúrias e diabólicas. Vaidades lamentáveis de cristãos que não conhecem a natureza da igreja de Cristo.

Pense nisso.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A FAMÍLIA DE LÓ. Gn.19


DEUS TEM PRESSA EM SALVAR UMA FAMÍLIA PERDIDA.



I – RECEBA JESUS COM ALEGRIA EM SUA CASA.

Ló estava a porta de sua cidade. Só está a porta quem espera alguma coisa. Deus se manifesta no seio da família para a preservação dela.
Ex: Zaqueu. Lc.19


II – SEJA JUSTO AOS OLHOS DE DEUS.

Por dez justos Deus não destruiria a cidade, mas mesmo não havendo dez justos Deus poupou a família de ló. ( Você pode morar na pior favela deste país, o que você não pode é se envolver).

II Pe.2.7- E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis.

a) Sua escolha sinaliza positivamente para Deus agir em teu favor. (homens ficaram cegos).

b) O Deus que providenciou o escape para ló tem um escape pra você.

c) O novo trás resistência. Porém, Deus sempre tem um plano melhor. Jer.29.11-14.

III – MANTENHAM SEUS OLHOS EM DEUS.

a) A estátua de sal: É uma advertência solene. Jesus não nos convida a lembrar de Abraão, ou Isaque, ou Jacó, ou Sara, ou Ana, ou Rute. Não! Ele escolhe alguém cuja alma se perdeu por amar o mundo. "Lembrai-vos da mulher de Ló".

b) Não fique despercebido: A mulher de ló representa a figura de alguns crentes que estão em casa, na igreja, porém despercebidos. Mt.24.40-41

Agora, consideremos os privilégios religiosos que a esposa de ló desfrutou.

Ela teve um homem religioso como marido; ela teve Abraão, o pai da fé, como tio através do matrimônio. Quando Abraão recebeu as promessas, a esposa de Ló provavelmente estava lá. Quando os anjos vieram a Sodoma e advertiram seu marido para fugir, ela os viu; quando eles os levaram pela mão e os conduziram para fora da cidade, ela era um daqueles que eles ajudaram a escapar.

Fuga do engano! Para ser salvo é preciso que se sinalize positivamente para Deus. Através do arrependimento, e não privilégios. A mulher de Ló era uma esposa mundana e incrédula.

CONCLUSÃO:

O MESMO FOGO QUE DERRETE A CERA ENDURECE O BARRO; O MESMO SOL QUE FAZ A ÁRVORE VIVENTE CRESCER, SECA A ÁRVORE MORTA E A PREPARA PARA QUEIMAR. NADA ENDURECE MAIS O CORAÇÃO DO HOMEM, DO QUE UMA FAMILIARIDADE ESTÉRIL COM AS COISAS SAGRADAS.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Maldição hereditária. Ez.18; Jo.9


Fantasia Psicoespiritual: é a ligação entre a sua alma e o seu corpo, ou seja, seus pensamentos. Por conta disto existe hoje dentro da igreja este determinismo exacerbado (Agravado) e confissão positiva.

I - O QUE É MALDIÇÃO? VEJAMOS:

• Dicionário Aurélio: "Ato ou efeito de amaldiçoar ou maldizer". Maldizer: "praguejar contra; amaldiçoar". Maldito: "Diz-se daquele ou daquilo a que se lançou maldição".

• Dicionário Teológico: "Praga que se arroga a alguém. Locuções previamente formadas encerrando desgraças e insucessos".


A "Teologia da Maldição Hereditária” é um dos "cartões postais" de crentes que defendem a existência de pessoas amaldiçoadas por maldições provindas de antepassados, admitem que seja possível estarmos de posse de uma herança maldita, por nós desconhecida, e difícil de ser detectada no tempo e no espaço. O remédio seria QUEBRAR, ANULAR, AMARRAR, REPREENDER essa maldição. Feito isso, Nem ele nem os seus descendentes sofreriam mais os danos desse mal.

II - MALDIÇÃO HEREDITÁRIA EXISTE?

- Não!

Porém, esse falso ensinamento tem sido propagado como verdadeiro e seguido por crentes incapazes de exercer discernimento devido à falta de conhecimento bíblico. O evangelho de Cristo é simples: basta crer em Jesus, confessá-lo como Senhor (Rm 10.9-10), permanecer nEle (Mt 24.13 e 1Co 15.1-2) e viver em santificação (Hb 12.14), a fim de ser salvo e participar das bênçãos que acompanham a salvação (Hb 6.9).

No entanto, há enganadores querendo complicar a simplicidade do evangelho (2Co 11.3-4).

Somente Cristo, por meio de Sua Graça, liberta o ser humano. Não são necessárias fórmulas e receitas para alguém se libertar de supostas maldições hereditárias. Os propagadores da maldição hereditária costumam mesclar conceitos e métodos psicoterápicos com a Bíblia. No entanto, a chamada "psicoterapia cristã" é um jugo desigual (2Co 6.14).
Quem cura o nosso íntimo, libertando-nos do passado, é o Senhor Jesus (Jo 8.32,36 e Lc 4.18).

O ensino das "maldições hereditárias", conhecida também como "maldição de família" ou "pecado de geração" é uma "droga espiritual" que está sendo disseminada através da televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas.

Não há nenhuma base bíblica e teológica para as definições e práticas da maldição hereditária.

Defensores dessa heresia usam versículos da Bíblia tirando-os do contexto, manipulando-os e adulterando o sentido da Palavra de Deus.
É mentira que a maldição de outra pessoa, consequência dos seus pecados, seja transmitida como herança a seus familiares; cada um dará conta do seu pecado.


"ASSIM, POIS, CADA UM DE NÓS DARÁ CONTA DE SI MESMO A DEUS." RM 14.12.

Alguns defensores da heresia em análise têm afirmado que o simples fato de alguém ter recebido de seus pais um nome com significado negativo resulta em uma vida de derrota.

A Bíblia ensina uma responsabilidade individual pelo pecado, como pode ser observado no livro do profeta Ezequiel:

“EIS QUE TODAS AS ALMAS SÃO MINHAS; COMO A ALMA DO PAI, TAMBÉM A ALMA DO FILHO É MINHA; A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ" EZ 18:1-4.

O ensino da quebra de maldições hereditárias aparece como um atalho mágico e ilusório para substituir o caminho árduo da santificação, que é um processo diário e constante na vida do cristão, exigindo dele autodisciplina e perseverança na fé.

Um outro aspecto incorreto desse ensino é confundir as doenças transmitidas por herança genética com maldições hereditárias espirituais. O Senhor Jesus nunca ensinou tal doutrina. Quando perguntado sobre o cego de nascença:
"Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?", ele respondeu: "Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus". Jo 9:2-3

Jesus destruiu qualquer superstição ou crença que os discípulos pudessem ter de que a cegueira fora provocada pelos pecados de seus antepassados, e o próprio Jesus nunca ensinou tal doutrina.

III - MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS OU PECADO PESSOAL?

"visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem" (Êx 20:5).

A Bíblia mal interpretada é a mãe das heresias!

Esta ameaça pronunciada por Deus se refere aos que não eram salvos, e permaneciam na idolatria, desprezando ao único Deus vivo e verdadeiro. A maldição é para aqueles que aborrecem ao Senhor, e não sobre os que o amam; porque sobre os que amam o Senhor, a misericórdia perdurará até mil gerações!

É verdade que alguns textos nas Escrituras declaram que o pecado dos pais têm influência sobre a vida dos seus filhos (Lv 26:39; Is 55:7; Jr 16:11; Dn 9:16; Am 7:17). Mas, isto deve ser bem entendido, pois não é uma referência à maldição hereditária, mas à persistência dos filhos de não abandonar os pecados dos pais.

O pecado é corrigido individualmente.

Como individualmente pecamos, também somos chamados ao arrependimento! Não posso me arrepender por outra pessoa; entretanto, devo interceder por ela, se ela estiver viva. Não é possível pedir perdão pelos pecados dos meus filhos, nem irmãos, pais, avós ou qualquer outro antepassado.

A doutrina da maldição hereditária nega a suficiência de Cristo, em perdoar graciosamente os nossos pecados, e a fidelidade de Deus em cumprir as Suas promessas.

A visitação da Maldade dos pais nos filhos, até à terceira e quarta geração por parte de Deus, é destinada aos que aborrecem a Deus e não a seus filhos. Com efeito, no versículo 5 de Ex. 20, está escrito: “…Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem. No versículo 6, de Ex. 20, lemos “E faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Os salvos em Cristo Jesus, já estão livres da maldição da Lei. Em Gl 3.13, lemos: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós: porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Esse texto deixa claro que com a morte de Cristo, os que o aceitam ficam livres da maldição que era prevista para aqueles que viviam no pecado, mas o aceitaram como salvador.

IV - DEUS É O AGENTE DA MALDIÇÃO SOBRE OS QUE O ABORRECEM.

Um outro aspecto a se anotar é o seguinte: Em Ex 20.5 e em textos semelhantes, vemos que Deus é o sujeito da visitação da maldade ou da maldição sobre os que lhe desobedecem.

V - ENTENDENDO OS CASOS DE DOENÇAS QUE PASSAM DE GERAÇÃO E GERAÇÃO.

Doenças genéticas, aquilo que está nos genes e isso ainda não se pode mudar. Há tratamento para minimizar os sintomas para a maior parte delas. Os genes são a informação química herdada dos nossos pais no momento da concepção. Determinam a nossa constituição biológica, e Também determinam a nossa resistência a determinadas doenças ou predisposição em relação a outras.
Na verdade, há casos em que famílias de crentes em Jesus, formadas por pessoas dedicadas e sinceras, que sofrem problemas os mais diversos.

Nem toda doença é fruto do pecado da pessoa nem é maldição. Vemos o caso do cego de nascença, em Jo 9. “A doença ocorrera para que se manifestassem a s obras de Deus”. Jesus curou o cego e seu nome foi glorificado.

CONCLUINDO

Cremos que a visitação da maldade por Deus, sobre a terceira e quarta geração é para os que aborrecem a Deus, e não para os nascidos de novo; para estes, Deus tem prometido fazer misericórdia a milhares de seus descendentes. A maldição não é transmitida diretamente e sim os efeitos do pecado sobre os filhos. Se alguém aceita a Jesus, é nascido de novo, sua vida está debaixo da proteção divina, não cabendo mais nenhuma condenação ou maldição. Que Deus nos abençoe , que possamos entender as verdades espirituais à luz da Bíblia e não de especulações doutrinárias sensacionalistas e equivocadas.