terça-feira, 26 de junho de 2012

QUANDO A LÂMPADA DE DEUS SE APAGA

QUANDO A LÂMPADA DE DEUS SE APAGA

 A geração de Eli deixou a lâmpada de Deus se apagar no Tabernáculo. Deus havia ordenando aos filhos de Arão que dessem manutenção diária ao candelabro, sempre repondo o óleo, para que a lâmpada não se apagasse nunca. Mas o sacerdócio se tornou relapso. O povo passou a distanciar-se de Deus e naqueles dias a lâmpada veio a apagar-se. 


O escritor de I Samuel declara que o Senhor chamou ao menino Samuel... “...antes de ter-se apagado a lâmpada do Senhor” I Samuel 3:3 O candelabro fala do Espírito Santo de Deus. Esta figura fica claramente comprovada em duas outras porções da Bíblia: no capítulo quatro de Zacarias, quando o profeta tem uma visão do candelabro e o Senhor aplica-a ao Espírito Santo, dizendo: “não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos (Zc.4:6). Também em I Tessalonicenses 5:19 quando o apóstolo Paulo fala que não devemos “apagar” o Espírito, o que é uma alusão ao candelabro no Tabernáculo de Moisés que nunca deveria se apagar. Ora, se o candelabro é figura do Espírito Santo e seu agir na igreja, e esta geração de Eli permitiu que ele se apagasse, então estamos diante de um fato: esta geração perdeu o mover de Deus. Como diz a Escritura: “Estas coisas aconteceram a eles como exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos”. (I Co.10:11 - NVI). No capítulo seguinte, lemos que a arca de Deus foi tomada, e foi dito: Icabode - que significa: foi-se a glória de Israel. Esta foi uma geração que perdeu a presença do Senhor. Eles se esfriaram a tal ponto, que os sacerdotes se envolviam em prostituição na porta do templo de Deus! Esta geração de Eli é um exemplo a não ser seguido, pois pecaram terrivelmente contra o Senhor e Deus os julgou. 


QUANDO DEUS SE TORNA APENAS UM AMULETO 


E qual foi o motivo desta geração ter perdido a presença de Deus? Onde eles falharam? Em fazer da presença do Senhor tão somente um amuleto. Não buscavam ao Senhor para o adorar. Quase ninguém mais ia a Siló, onde estava o templo. As pessoas não estavam interessadas em ir à casa do Senhor e buscar sua face, nem tampouco em louvá-lo, mas na hora do aperto quiseram fazer da presença de Deus um amuleto que resolveria seus problemas. Israel saiu à batalha e foi derrotado pelos filisteus (I Sm.4:1-3). Com medo de serem novamente derrotados, mandaram buscar a arca de Deus e a trouxeram ao campo de batalha: “Mandou, pois, o povo trazer de Silo a arca do SENHOR dos Exércitos, entronizado entre os querubins; os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus. Sucedeu que, vindo a arca da aliança do SENHOR ao arraial, rompeu todo o Israel em grandes brados e ressoou a terra. Ouvindo os filisteus a voz do júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do Senhor era vinda ao arraial. E se atemorizaram os filisteus e disseram: Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! que tal jamais sucedeu antes. Ai de nós! quem nos livrará das mãos destes grandiosos deuses? São os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto.” I Samuel 4:4-8 Note que até os filisteus ficaram com medo da arca, pois eles, na condição de gentios pagãos, também acreditavam na força dos amuletos. E isto mostra que os filhos de Israel já haviam adotado esta forma mundana de pensar. Para esta geração dos filhos de Israel, Deus já não era o Criador e Sustentador de todas as coisas; já não era o Salvador de seu povo; já não era aquele que é digno de honra e glória. Seu templo estava abandonado em Siló; as pessoas já não iam à sua presença para reverenciá-Lo e declararem seu amor, confiança e dependência. Deus se tornara para aquela geração algo a ser lembrado apenas na hora da necessidade. Mesmo na hora da necessidade os israelitas não buscaram a presença do Senhor; apenas “mandaram buscar” a arca, pois os que fazem de Deus um “resolve-tudo” nem sequer se dão ao luxo de buscá-Lo. Querem que Ele venha resolver seus problemas sem que façam o mínimo de esforço! Sei disto muito bem na minha experiência pastoral. Há aqueles que não se importam em buscar a presença do Senhor; quando os convidamos para os cultos nunca podem, mas basta enfrentarem alguma situação difícil e já estão ligando para saber se podemos ir orar com eles (e de preferência em suas casas). Quando os chamamos para cultuar ao Senhor e render-lhe glória, não querem; mas quando os negócios vão mal, querem que vamos orar em seu trabalho! Outros, descaradamente dizem: - “Pastor, o senhor sabe que eu não sou muito de ir à igreja, mas por favor ore por mim”... Nossa geração precisa aprender a temer e amar ao Senhor, em vez de querer tratá-Lo como empregado. A geração de Eli não buscou ao Senhor, fez d’Ele apenas um “resolvedor de encrencas”, e por isto perderam sua presença: “Então pelejaram os filisteus; Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda; foi grande a derrota, pois caíram de Israel trinta mil homens de pé. Foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias.” I Samuel 4:10,11 Eles perderam a presença do Senhor! Esta perda foi algo tão terrível, que a nora de Eli sofreu mais com ela do que com a morte do sogro e do marido. “Estando a sua nora, a mulher de Finéias, grávida, e próximo o parto, ouvindo estas novas, de que a arca de Deus fora tomada, e de que seu sogro e seu marido morreram, encurvou-se e deu à luz; porquanto as dores lhe sobrevieram. Ao expirar disseram as mulheres que a assistiam: Não temas, pois tiveste um filho. Ela porém não respondeu e nem fez caso disso. Mas chamou ao menino Icabode, dizendo: Foi-se a glória de Israel. Isto ela disse, porque a arca de Deus fora tomada, e por causa de seu sogro e seu marido. E falou mais: Foi-se a glória de Israel, pois foi tomada a arca de Deus.” I Samuel 4:19-22 Em nossos dias a Igreja vive este perigo. Estamos deixando de adorar ao Senhor PELO QUE ELE É, e estamos buscando-O somente PELO QUE ELE FAZ. Isto nos faz parecer com os seguidores de Satanás! O diabo não tem seguidores pelo que ele é, pois ele nada é! As pessoas pactuam com ele e o servem EM TROCA DE ALGO; querem fama, fortuna, etc. e pagam com sua alma por isso, mas não vêem na pessoa do diabo nada atrativo, apenas em sua proposta. E qual é o modelo bíblico daqueles que servem a Deus? Jó declarou depois que sua mulher lhe pediu que amaldiçoasse seu Deus e morresse: - “Ainda que Ele me mate, eu o louvarei”! Aleluia! É de gente assim que o reino de Deus necessita hoje - pessoas que aprendam a buscar a Deus pelo que Ele é, e não só pelo que Ele faz. Isto não quer dizer que não podemos buscar o que Deus faz, e sim que não devemos esquecer o que Ele é e nem jamais perder esta ênfase! 


 A GERAÇÃO DE DAVI 


Houve uma geração que se distinguiu totalmente da geração de Eli; foi a geração do rei Davi. Quando falamos de Davi, a primeira coisa que nos vem à mente é o louvor. Diferente da geração que falhou perdendo a presença do Senhor (a arca da aliança simbolizava a presença de Deus), Davi fez tudo para resgatá-la. Em seus dias a arca voltou para Israel. Davi representa aqueles que sabem buscar e adorar a Deus pelo que Ele é. Ele já vinha experimentando o que Deus faz; matara um leão e um urso porque o Senhor estava com ele (I Sm.17:34-37); matara Golias, o gigante, porque o Senhor estava com ele; vencera os seus inimigos na guerra porque o Senhor era com ele. Mas mesmo experimentando o que Deus faz, Davi sabia que o relacionamento com Deus é mais do que isto, pois o Senhor não é um simples amuleto a ser usado na hora dos problemas. Ele é o Criador de todas as coisas, o Senhor, o Deus sublime e excelente, o Pai Celeste, amoroso e cheio de benignidade. Ele é digno de honra, glória e adoração. Merece todo culto, reverência e devoção. Davi foi chamado “um homem segundo o coração de Deus”, pois agradou o coração de Deus com suas atitudes. Isto não quer dizer que ele tenha sido perfeito. Ao contrário, a Bíblia nos mostra com clareza suas falhas e erros. Ao chamá-lo de “um homem segundo o coração de Deus”, as Escrituras mostram que ele conseguiu captar algo que Deus queria para aquela geração. Davi não apenas conseguiu conquistar os seus inimigos apropriando-se da terra prometida (que nunca foi ocupada em sua totalidade), como introduziu o ministério de louvor e música no Tabernáculo. Quando lemos os Salmos, percebemos que Davi não tinha uma ênfase depositada só no que Deus faz, mas principalmente no que Ele é. Davi foi, antes de tudo, um adorador. Quando adoeceu o primeiro filho que Bate-Seba lhe deu, ele buscou o que Deus podia fazer - a cura. Mas isto não aconteceu, pois o casal estava colhendo as conseqüências de seu pecado. Contudo, quando a criança veio a morrer, Davi não se revoltou contra Deus e nem mesmo entrou em luto. A Bíblia diz que ele encerrou seu jejum, comeu, lavou-se, mudou de vestes, e foi adorar ao Senhor no Tabernáculo (II Sm.12:20). Porque ele fez isto? Muitos teriam se revoltado porque Deus não havia feito o que fora pedido. Mas Davi sabia que antes de olhar para o que Deus faz, ele devia olhar para o que Deus é. E como Deus é justo, e não erra nunca, não havia porque questioná-Lo. Neste momento dificílimo de sua vida, Davi foi adorar, reconhecer o que Deus é e exaltá-Lo por isso. Que diferença da geração de Eli, que só tratou a presença de Deus como um amuleto! A forma como Davi se portou ao trazer de volta a arca do Senhor revela como estes princípios estavam corretos em seu coração: “Então avisaram a Davi, dizendo: O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom e tudo quanto tem, por amor à arca de Deus; foi, pois, Davi, e, com alegria, fez subir a arca de Deus da casa de Obede-Edom, à cidade de Davi. Sucedeu que, quando os que levavam a arca do Senhor tinham dado seis passos, sacrificava ele bois e carneiros cevados. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim Davi, com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. Introduziram a arca do Senhor, e puseram-na no seu lugar, na tenda que lhe armara Davi; e este trouxe holocaustos e ofertas pacíficas perante o Senhor. Tendo Davi trazido holocaustos e ofertas pacíficas, abençoou o povo em nome do Senhor dos Exércitos. E repartiu a todo o povo, e a toda a multidão de Israel, assim a homens como a mulheres, a cada um, um bolo de pão, um bom pedaço de carne e passas. Então se retirou todo o povo, cada um para sua casa.” II Samuel 6:12-15,17-19 Observe este detalhe: a cada seis passos, um sacrifício! Quanto tempo duraria esta procissão? Davi não estava preocupado com o tempo ou qualquer outra coisa, ele queria exaltar a Deus com todo o seu coração e com as suas forças. Este foi um dia de festa para todo o povo. Ofertaram ao Senhor, cantaram, dançaram e comeram, pois a presença do Senhor estava com eles! Davi conseguiu comunicar à grande parte daquele povo a importância de reverenciar e cultuar a Deus com alegria, pois o Senhor é merecedor de todo o louvor. Ele violou as leis da etiqueta real, se descobriu diante do povo dançando e jubilando, o que não agradou Mical sua esposa. Quando Davi chegou em casa, ela o criticou, pois ela era daquele grupo que se interessa só no que Deus faz e não no que Deus é; mas não chegou a ver o que Deus podia lhe fazer: ficou estéril até o dia de sua morte: “Ao entrar a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela, e, vendo o rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração. Voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com ele, e lhe disse: Que bela figura fez o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre um vadio qualquer! Disse, porém, Davi a Mical: Perante o SENHOR que me escolheu a mim antes do que a teu pai, e a toda a sua casa, mandando-me que fosse chefe sobre o povo do SENHOR, sobre Israel, perante o SENHOR me tenho alegrado. Ainda mais desprezível me farei, e me humilharei aos meus olhos; quanto às servas, de quem falaste, delas serei honrado. Mical, filha de Saul, não teve filhos, até o dia de sua morte.” II Samuel 6:16,20-23 Vemos em Davi alguém que não se preocupava só consigo mesmo, mas colocava o Senhor à frente. Todas as suas atitudes mostram que, diferentemente da geração de Eli, tratava ao Senhor como Deus e não como um amuleto! E quem aprende a forma correta de se achegar a Deus certamente será alguém marcado por aquilo que Deus faz, pois a reverência ao Senhor é o meio pelo qual provaremos milagres e manifestações maiores. Já é hora de a Igreja entender que estamos nos achegando a Deus quando adoramos e não apenas “nos preparando para a receber a Palavra”. A música no culto é para o louvor e adoração daquele que é Digno. Não é mero entretenimento. Tanto na celebração coletiva como na devoção pessoal, temos uma das maiores chaves para a manifestação do poder de Deus em nossas vidas. É hora de reaprendermos a honrar ao Senhor por causa do que Ele é, e aquilo que faz será uma conseqüência natural! Não há como adorar ao Senhor e deixar de provar a sua ação em nossas vidas. Tiago falou sobre isto: “Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros.” Tiago 4:8a À medida que nos aproximamos do Senhor em amor e exaltação, sua presença também vem ao nosso encontro. E os milagres vão acontecer quando temos a presença do Senhor conosco. Até quando não esperamos! 


O EXEMPLO DE MOISÉS


Houve uma ocasião em que o povo de Israel pecou gravemente contra o Senhor, a ponto de Deus declarar que não mais andaria com eles, e enviaria o seu anjo para os acompanhar no caminho. Foi quando fizeram o bezerro de ouro para adorar declarando que o bezerro é quem os tirara do Egito. E isto depois de tudo o que Deus fizera por eles! Veja o que Deus disse: “Disse o SENHOR a Moisés: Vai, sobe daqui, tu e o povo que tiraste da terra do Egito para a terra a respeito da qual jurei a Abraão, Isaque e a Jacó, dizendo: À tua descendência a darei. Enviarei o Anjo diante de ti; lançarei fora os cananeus, os amorreus, os heteus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus. Sobe para uma terra que mana leite e mel; eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu pelo caminho.” Êxodo 33:1-3 Deus declarou a Moisés que para não destruir aquele povo rebelde, Ele não subiria com eles. Mas não iria desampará-los, pois declarou que o Anjo iria com eles, para lhes dar vitória e livramento dos inimigos. Em suma: eles teriam os feitos de Deus mas não a sua presença. E veja o que Moisés respondeu ao Senhor: “Disse Moisés ao SENHOR: Tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me deste a saber a quem hás de enviar comigo; contudo disseste: Conheço-te pelo teu nome, também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça, e ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é teu povo. Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso. Então lhe respondeu Moisés: Se a tua presença não vai comigo, então não nos faças subir deste lugar.” Êxodo 33:12-15 Moisés foi um homem que conheceu a Deus. E quem chega a conhecer de fato a Deus, não troca a sua presença por nada! Ele estava dizendo ao Senhor que o que importava não era se eles teriam O QUE DEUS PODE FAZER, mas sim O QUE DEUS É, ou seja, sua presença com eles! Provavelmente muitos líderes de hoje se contentariam com a proposta de ter o que Deus faz sem necessariamente provar a sua presença. Mas um líder de verdade, um homem com um coração tomado pelos princípios espirituais corretos, entenderia que na verdade se tratava de uma prova e não de uma proposta. Deus não quer se distanciar de seu povo. A Bíblia inteira mostra o Senhor buscando seu povo para se relacionar com ele. Ele quer que desfrutemos de sua presença muito mais do que qualquer um de nós possa desejá-la. Ele nos ama e tem prazer em nossas vidas. É tempo de corresponder a esse tão intenso amor divino e buscar a sua presença mais do que tudo. Precisamos dos milagres e dos feitos de Deus como nunca antes; há uma humanidade sofrida necessitando do poder de Deus em operação, mas nada, absolutamente nada justifica a troca de valores inegociáveis. Não podemos mudar a ordem, senão nos tornaremos como a geração de Eli que declarou: - “Icabode - foi-se a glória de Israel!” 


RESTAURANDO O TABERNÁCULO DE DAVI 


Deus está chamando a sua Noiva à restauração da adoração e devoção verdadeira, que honra ao Senhor pelo que Ele é. Já é hora de aprendermos com a geração de Davi que soube colocar o Senhor à frente de tudo, e não deixou de experimentar o que Deus faz; foi uma geração vitoriosa e conquistadora. O louvor apaixonado e festivo, totalmente desinteressado de recompensas que Davi inseriu na vida do Tabernáculo, tem se perdido. E Deus quer resgatá-lo na Igreja. A primeira geração apostólica entendeu isto; veja o que Tiago disse no Concílio de Jerusalém: “Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito: Cumpridas estas cousas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o das suas ruínas, restaurá-lo-ei, para que os demais homens busquem o Senhor, e todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor que faz estas cousas conhecidas desde séculos.” Atos 15:15-18. Note que Deus prometeu restaurar o Tabernáculo de Davi. A busca dos homens tem se tornado muito utilitarista e mercenária. Neste texto, o Senhor disse que faria isto para que os demais homens - os gentios - pudessem BUSCÁ-LO! Mas a maioria dos cristãos de hoje já nem sabe o que é isto! Deus quer que O busquemos. Isto é diferente de buscar UMA BENÇÃO. É diferente de fazer campanha de não sei quantas semanas para ver se a vida dura melhora. É diferente de quase tudo que praticamos hoje; é buscar a Deus PELO QUE ELE É, e não fazer dele um AMULETO para a hora do aperto! Restauremos a busca verdadeira, que se importa com a presença de Deus e não só com o que podemos receber dele. Aprendamos a estar com Deus em comunhão e devoção, e não deixaremos de provar o que ELE PODE FAZER. E nem tampouco deixaremos de ter sua PRESENÇA conosco. Escolhendo a presença, também ficamos com o que Deus faz; mas escolhendo o que Ele faz, perderemos a sua presença... 


Fonte:http://www.atosdois.com.br/

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