domingo, 16 de maio de 2010

Maldição Financeira! Ou Falta de um Orçamento Familiar?



A administração financeira sempre foi um tema esquecido pela igreja, que só o aborda no momento de se recolher dízimos e ofertas Mas, como administrar bem o meu salário? O que devo dar prioridade? Será que Deus tem algo a dizer sobre isso?

O sistema econômico capitalista nos insere em uma intensa corrida de satisfação momentânea, criando em nosso ser desejos materialistas desnecessários, que parecem ser essenciais para o prosseguimento de nossas vidas. É nesse momento que todos os recursos do mundo financeiro nos são expostos: cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, financiamento…

Tudo para realizar o seu sonho. Aliás, pra quê esperar formar uma poupança para adquirir um bem? Você tem que ser feliz agora!

Mas, o que fica oculto em tudo isso, reflete no preço a ser pago por essa decisão: o surgimento da dívida, que na maioria das vezes, não é planejada. Com isso, a renda do mês é minguada, o que traz frustração, ansiedade e contendas. Infelizmente, muitos cristãos, por não terem conhecimento dessa questão à luz da bíblia, estão com seus nomes no SCPC, no SERASA, não compreendendo a vontade de Deus para essa área de nossas vidas.

Tendo esse princípio como plataforma, o Senhor passa a ser o guia em nosso planejamento financeiro. Ao adotarmos um determinado rumo, temos que consultá-Lo, para sabermos qual é o melhor caminho a ser tomado e não agirmos por nossa própria vontade. É necessário aprender a gastar com sabedoria, ou seja, gastar menos do que se ganha para suprir suas necessidades e da sua família. “O homem sensato tem o suficiente para viver na riqueza e na fartura, mas o insensato não, porque gasta tudo o que ganha” (Provérbios 21.20 – NTLH). Deus quer que o seu povo tenha o suficiente para não viver na escassez, mas paralelamente a isso, quer que haja preparo no manejo daquilo que vem as nossas mãos.

É imprescindível evitarmos ao máximo fazer compras a crédito, pois nossa renda futura já está sendo comprometida, além de pagarmos juros altíssimos. O hábito da dívida deve ser quebrado (primeiro comprar para depois pagar), posto que se tornasse elemento de maldição, haja vista que muitos desentendimentos familiares são provocados por essa questão.

Em vista disso, incorpore esses princípios em sua vida, independente de sua idade, de sua situação financeira. O Senhor não deseja ver seus filhos totalmente condicionados a esse sistema econômico, sendo ludibriados por suas ilusões, tendo uma vida ligada às vicissitudes econômicas. Aprenda e apreenda que o Senhor também é o seu consultor financeiro, antes de fazer qualquer dívida.

Faça o teste: O que se tornou sua igreja? Uma empresa cuja arrecadação é a meta. Quem é seu pastor(a)? Ele(a) é um pastor de ovelhas? Morreria ele(a) pelo rebanho ou é apenas um profissional da fé?

E fácil discernir! Ele(a) te visita, te liga, se preocupa com você independente de você ser dizimista ou ofertante? Ou seu pastor(a) é um lobo voraz que só fala em dízimos e ofertas. Acredite!!! Estes são lobos e já caíram da Graça faz muito tempo.

Seu problema financeiro não é espiritual! E sim, falta de orçamento familiar. A estratégia da maldição financeira se tornou a mola mestra da teologia da prosperidade.

Se você precisa apreender a não gastar mais do que ganha, a não comprometer mais do 30% do seu salário, seu pastor também não deve gastar dinheiro indiscriminadamente. Toda divida contraída por sua igreja será cobrada de você membro!
Se você foi vítima em sua igreja de picaretas pedindo: carro, moto, casas e etc. E você por ingenuidade ofertou e descobriu que foi ludibriado procure o ministério público e denuncie

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