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Sacrifício X Sofrimento



Diferença entre sacrifício X Sofrimento
Sofrimento sentir dor ou padecer como resultado de alguma coisa.
Sacrifício, atitude voluntária para um objetivo maior.
Entendeu agora? Se te causa dor não é sacrifício.
Leia a bíblia 
Pratique-a e seja FELIZ. 
#Pr.RubensBastos

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Mostre suas mãos


A primeira coisa que Deus olha para o homem não é seu coração. E sim, suas mãos.
O coração do homem está em sua própria mão. São estas que executam aquilo que reside no recôndito da alma.
A única marca que JESUS carrega hoje é a marca dos cravos da cruz.
Leia a Bíblia 
Pratique-a e seja Feliz

#Pr.RubensBastos

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Não fale mal


Não fale mal
Você já teve o trabalho de ajudar alguém?                                                   Você que pensa que porque canta, prega ou ora isto que isto é o Reino dos Céus. 
Em seu ativismo religioso quantas vezes você já socorreu alguém?
Não estou falando de dinheiro porque aquele que sofre precisa de muito pouco, apenas um abraço. 
Estou falando de desprendimento, de investimento. Daqueles que por sua condição social não são acolhidos e inseridos no mundo gospel. 
Você que pensa que porque aprendeu os chavões da fé cristã se tornou o suprassumo da fé cristã. Hei querido, desce! 
No Brasil somos aproximadamente 150 mil pastores, em vielas, becos e esquinas. Em sua maioria não possuímos templos faraônicos. Somos nós, querido, que cuidamos que oramos e que visitamos. Que abandonam o aconchego do seu lar para socorrer o aflito. 
E, não é por causa de um fato isolado noticiado na impressa que isto lhe dá o direito de falar mal daqueles que executam a maior obra social de País. Que é: Resgatar o homem perdido e lhe inserir novamente numa sociedade perdida. 
Desculpe- me, mas se você fala mal de pastores ou de igrejas você não é meu amigo. 
Leia a bíblia pratique-a e seja Feliz.

#Pr.RubensBastos

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Tempo de semear


Semear em tempos de prosperidade, quando tudo corre às mil maravilhas é fácil. O difícil e o extraordinário é semearmos no Reino de Deus, quando nos faltam recursos. Jo.6:1-13. 

Leia a bíblia Pratique-a e seja Feliz #Pr.RubensBastos

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Perspectiva da Eternidade


Os carros que dirigimos ou as roupas que vestimos podem ser estilosos hoje, mas, à luz da eternidade, que importância elas tem? Os filmes que assistimos e as músicas que ouvimos podem manter-nos culturalmente relevantes, mas eles possuem algum valor eterno?

Avalie seu estilo de vida sob a perspectiva da eternidade. E viveras de forma diferente neste mundo. Mt.16:26ª Leia a bíblia pratique-a e seja Feliz #Pr.RubensBastos

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Dar testemunho


Dar testemunho significa:

Ouvir dizer o que falam sobre nós; Disse Jesus: “que dizem os homens que sou...” 

Sem referência entre os funcionários de uma mesma empresa não há promoção na carreira; Quem indica, indica aquele que tem referência (testemunho). 

O Problema não é falar de nós; É falarem com razão. 

A questão do escândalo não está no escândalo propriamente. Mas, sim no tropeço!

Todo erro é uma ferida que precisa ser fechada, curada e cicatrizada.

Aquele que quer perdão não impõe condição.

Muitos estão à tanto tempo na igreja que nem ainda se converteram... Outros são tão pobres que até lhes sobra dinheiro...

Verdade bíblica: EVANGELHO é o encontro da criatura com o CRIADOR. Este encontro é marcado por uma transformação de vida.
Pr. Rubens Bastos.

“Desculpe-me mais sua opinião me é importante”.

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A Páscoa

 
            Celebra-se a páscoa em todo o mundo chamado cristão. A coercitiva força de tais comemorações se faz sentir até mesmo no meio evangélico. E quanto aos crentes em Cristo Jesus, é lícito que se juntem a todo mundo nos festejos da páscoa? É o que veremos a seguir. E, antes de fazê-lo, julgamos ser útil, de início, declarar que, desconhecendo o real sentido desta festa judaica, a cristandade termina transformando a páscoa numa festa de ovos, coelhos, carnaval, etc.

            Tem sido comum às igrejas bíblicas aproveitarem esta oportunidade para, em séries de conferências, anunciar o verdadeiro sentido da Páscoa e seu solene fato central - JESUS CRISTO. 




            A CRISTANDADE E A PÁSCOA. É um acontecimento religioso pelo qual se pretende comemorar a ressurreição de Cristo, lembrando os fatos meramente históricos de seus sofrimentos. É precedida pela quaresma: da 4ª feira de cinzas até ao que se convencionou chamar domingo da ressurreição. A páscoa da cristandade está, pois, ligada à festa pagã do carnaval, no calendário católico. 

            É de todo aconselhável aos evangélicos, que ainda se importam com a sã doutrina, fixarem este fato: A páscoa, da Igreja de Roma cai após a quaresma: Quarenta dias após o carnaval. Tal fato, a torna ajuntamento solene associado à iniqüidade, condenado, portanto, na palavra de Deus, em Isaías 1:13; 5:11,12. 

            Tal páscoa estabelece vínculo ecumênico - e este é seu objetivo atual - entre o cristianismo paganizado, os evangélicos ingênuos e os protestantes desviados da sã doutrina. A reciprocidade da saudação: “Feliz páscoa” objetiva e fortalece tal vínculo. 



            OVOS E COELHOS. Os povos nórdicos, notadamente os anglo-saxões, comemoravam a entrada da Primavera com festas e folguedos, usando o coelho como símbolo da vida e a fertilidade que a primavera anuncia em sua passagem. 

            Os antigos chineses também comemoram a entrada da Primavera, mas usavam o ovo com a mesma simbologia introduzida pelos povos nórdicos. 

            Estas tradições pagãs milenares foram introduzidas oficialmente pela igreja de Roma, em 1215, nas comemorações da Páscoa, e passaram a significar ressurreição, esperança e fraternidade. 

            No começo os ovos eram de galinha ou de pata, pintados. Mais tarde apareceram ovos mais aprimorados e eram feitos de madeira ou cera. 

            Em 1828, na Europa, desenvolveu-se a indústria de chocolate, quando surgiram os primeiros ovos de chocolate. 

            Foi no início do século XX que os ovos de Páscoa enfeitados apareceram. Na década dos 20 chegaram de Paris ovos de chocolate decorados com papéis e fitas. Ultimamente surgiu o “Pascoal”, um boneco de chocolate que se une aos demais símbolos, para afastar o Senhor Jesus da mente dos homens; Ele, que era o principal elemento profético da Páscoa. 

            Assim, os ovos e os coelhos substituíram o Senhor Jesus nas comemorações da Páscoa, tanto quanto o Papai Noel tomou o lugar de Cristo, no Natal. 

            É fácil concluir, portanto, que a Páscoa, hoje, é sinônimo de coelhos e de ovos de chocolate.


            A PÁSCOA E O VERO CRISTIANISMO BÍBLICO. É a primeira das três festas dos judeus, conhecida também como FESTA DOS PÃES ASMOS (Êxodo 12:1-28; 23:15; Deuteronômio 16:6). Foi instituída por Deus no Egito e comemorava o êxodo dos judeus, desse país, bem como sua liberação do jugo do faraó reinante (Êxodo 12:1, 14, 42:15; Deut. 16: 1,3). 

            O elemento principal da ceia pascal era o cordeiro, cujo sangue apontava profeticamente para o CORDEIRO DE DEUS, que tira o pecado do mundo (Êxodo 12:1-8, Deut. 16:5,6; João 1:29). Sendo assim, e como tal, esta festa não nos diz respeito - a nós, os crentes evangélicos bíblicos. 

            O objetivo da páscoa, em seu simbolismo profético, já foi alcançado. Apontando para Cristo, a páscoa se incluía entre as sombras que, profeticamente anunciavam a primeira vinda de Cristo como o Messias prometido, o qual, tendo já  vindo, substituiu as sombras, tornando-se, Ele mesmo, NOSSA PÁSCOA, isto é: NOSSA REDENÇÃO. Ao lembrar o inconfundível fato, Paulo declara ser JESUS CRISTO a NOSSA PÁSCOA (I Cor. 5:7, 8). Em vez, portanto, de uma festa judaica, ou cristã pagã, nossa páscoa é uma Pessoa: O SENHOR JESUS CRISTO. E Esta Vera Páscoa, em contraste com a páscoa judaica transitória, veio e ficou nos corações dos que o aceitaram de fato como SENHOR e SALVADOR. 

            Jesus celebrou a páscoa pela última vez e instituiu, em seu lugar, a Ceia Memorial. Aquela última páscoa, ficou encerrada a antiga aliança relembrada e legalmente instituída no Sinai (Luc. 22:14-18). Logo em seguida, a Ceia é instituída, memorando a Nova Aliança no Seu Sangue (Luc. 22:19, 20). 

            A Ceia, portanto, é para ser comemorada até que Cristo volte e não a páscoa, cujo término foi retificado com a morte de Cristo no Calvário - acontecimento para o qual a páscoa apontava. Ao que parece, a páscoa reaparecerá, com mera finalidade memorial, no estabelecimento do Reino Milenar de Jesus (I Cor. 11:23-26; Luc. 22:14,18). 

            É bom lembrar. A páscoa dos judeus não estava associada a qualquer festa pagã, como a páscoa da cristandade está ligada ao carnaval. Vinculava-se, antes, aos feitos de Deus na liberação dos judeus do jugo egípcio, e a Seus propósitos proféticos relacionados com o Senhor Jesus metaforizado ou tipificado no cordeiro pascal. 

            Resistindo à coerção da páscoa meramente sentimental e ecumênico-pagã da cristandade, fiquemos nós, os crentes em Cristo, com o Senhor Jesus, nossa Verdadeira e Eterna Páscoa. Ninguém vos engane.



Gérson Rocha 
Pastor da Primeira Igreja Batista Bíblica de Vitória da Conquista BA

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Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?


Pr. Charles Haddon Spurgeon 
Tradução: Walter Andrade Campelo 

Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las. 

Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas. 

Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido. 

Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires. 

Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade. 

Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los. 

Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma. 

Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos. 

Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

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As quatro âncoras de Deus. At.27

ILUSTRAÇÃO: 

Barco da Vida - Deus te entregou um barco, que é a tua vida, e por mares ou rios, entre a calmaria e a tempestade, tu tens o dever de pelo menos segurar no leme e buscar dirigir esse barco da melhor maneira possível, conservando-o com carinho, para um dia devolvê-lo ao seu verdadeiro dono. Se a tua viagem tem sido agitada por tempestades, se raios e trovões tem te colocado em situação de medo e apreensão, hoje, neste dia abençoado, tu vais ter a oportunidade de recomeçar. 

I - SEJA UM LÍDER CORAJOSO E ASSUMA O COMANDO DESTA SITUAÇÃO DIFÍCIL. 

Existem 05 decisões básicas na vida cristã: 

        a) Descansar em bons portos. 

V.8 chegamos a um lugar chamado Bons Portos. “Seguindo a orientação de Paulo”. 

2Co.11:25 Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; 


      b) Se familiarize com a tempestade. (Uma tempestade é simplesmente um estado de confusão na atmosfera). 

At.27:11 Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo. 

 • Nem sempre a maioria tem razão. (O vento suave virou tufão de vento) 

At.27:20 E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos. 

 • Nem sempre conselhos abalizados refletem a vontade de Deus. 

       c) Assuma O Controle Da Situação 

“ a crise não faz a pessoa, a crise mostra do que a pessoa é feita e, normalmente, faz aflorar a verdadeira liderança”. 

      d) Compartilhe a Palavra de Deus. 

 At.27:21-22 E, havendo já muito que não se comia, então Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó senhores, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perda. 

 “REMANDO CONTRA A MARÉ" Vez por outra, ouve-se esta frase pronunciada por alguém, num desabafo ante o insucesso de um empreendimento qualquer que não deu certo, ou que não aconteceu de acordo com o esperado. Estes fatos evidenciam a ausência do Espírito Santo e a falta de experiência de um viver em Cristo. Pedras nos caminhos existem para todos; removê-las com sabedoria depende do talento de cada um. 

      e) Lançaram quatro âncoras. 

At.27:29 E, temendo ir dar em alguns rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que viesse o dia. 

 Âncora, é alicerce, é fundamento, é exemplo da nossa fé. Hb. 6:19 “A qual temos como âncora da alma, segura e firme”. 

 II - SÃO QUATRO AS AFIRMAÇÕES DE DEUS PARA SEU POVO NO MEIO DE UMA TEMPESTADE. 

 At.27:23 Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo, 

          a) Âncora nº 01 - De quem eu sou; 

 • Não permita que a tempestade faça você se esquecer que o Senhor é o seu Deus e que o seu poder é inabalável. 

 • Nenhuma vida que está nas mãos de Deus está fora do seu controle, não importa o tamanho e a força da tempestade. 

         b) Âncora nº 02 - A quem eu sirvo; 

 • A tempestade pode frustrar nossos projetos humanos, mas não frustra os projetos que Deus confiou a nós. 

        c) Âncora nº 03 – Promessa; 

 2 Co. 1:20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós. 

       d) Âncora nº 04 – Livramento. 

 Is. 43:1-2 Mas agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. 

 • Deus está dizendo o mesmo para você. Segure firme nas âncoras e nenhuma tempestade, por mais violenta que seja, fará você afundar! 

CONCLUSÃO: 

Paulo de prisioneiro a capitão. At. 27: 35-37. E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer. E, tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer. E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas.  

A tempestade pode frustrar nossos projetos humanos, mas não frustra os projetos que Deus confiou a nós. O tempo todo, o navio parecia estar fora de controle, mas estava na direção certa porque Deus estava no comando.

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O EVANGELICALISMO BRASILEIRO É IDÓLATRA, PERNICIOSO E DOENTE.

Gostaria de argumentar, embora corra o risco de simplificar em demasia e de ser acusado de arrogante, que a fé evangélica não é outra senão a fé cristã histórica. O cristão evangélico não é aquele que diverge, mas que busca ser leal em sua procura pela graça de Deus, a fim de ser fiel à revelação que Deus fez de si mesmo em Cristo e nas Escrituras. A fé evangélica não é uma visão peculiar ou esotérica da fé cristã – ela é a fé cristã. Não é uma inovação recente. A fé evangélica é o cristianismo original, bíblico e apostólico. 

É algo natural em nossa época ao falarmos de idolatria, vermos pessoas se vangloriando de abandonar o catolicismo para se tornar um evangélico. Não há imagens, crucifixos, velas etc. Não frequento mais missa, “conheço muitos louvores tremendos” e tenho um ministério poderoso de cura para as nações; idolatria, nunca mais, diz o neófito com dez anos de “fé”! 

Em meio a tantos encontros de três dias, tantas unções e “palavras proféticas”, o indivíduo se enche de uma certeza inabalável que conhece o Senhor mais do que aquele cristão “frio” que apenas fala da bíblia, intransigente e criterioso. Nesse homem não se vê pulos, não há risos com uma pregação cheia de piadas, ele não entra na onda do cair no espírito (não acha razões bíblicas suficientemente fortes para isso), as músicas evangélicas populares de Top Ten, são, para ele, aguadas de conteúdo bíblico e doutrina fiel. É difícil encontrar alguns desses andando por aí. Eles não se encontram nas marchas para Jesus, emporcalhando a cidade e tornando o trânsito um inferno, muito menos, nós o veremos dando ibope as redes de televisão aberta, pois ninguém gosta de sua mensagem, ele é intragável! 

Por que isso acontece? Simples, a cultura de crentes formados em solo brasileiro é idolátrica até a alma! Sim, o evangelicalismo brasileiro é idólatra, pernicioso e doente. 

Até pouco tempo, o cristão era visto como alguém que não era aplaudido pela mídia, recebia preconceitos por cada pronunciamento seu ser acompanhado por dois ou três versículos, era um corpo estranho na sociedade, o inferno e a ira era a pregação impopular que ameaçava ao ímpio endurecido. Jesus te ama, era bem o que os pecadores queriam ouvir, mas esses homens não os ajudavam a se sentirem melhor com esses clichês. As músicas falavam sobre a espada da lei, logo, não podiam ganhar o Grammy Latino. Encharcadas de bíblia, as almas cantavam grandioso és tu, pois, meditavam nessa verdade de Genesis a Apocalipse. Nesse tempo os pastores não trocavam de carro todo ano à custa dos fiéis, mas a bíblia era ensinada completamente, ele lutava consigo mesmo durante dias estudando e orando ao Senhor por apenas um sermão. Doutrinas eram expostas, e, o coração da ovelha caída era enternecido pelas palavras de vida eterna, pela visitação pastoral e pela oração sobrecarregada de seus irmãos. A justificação pela fé e a salvação pela graça eram temas conhecidos e decorados pelas crianças, assim podiam cantar capítulos inteiros da bíblia até a sua mocidade. 

A prática dos cristãos modernos e populares é exatamente oposta, ideológica e moralmente, dessa antiga geração de cristãos fiéis. Negligenciam descaradamente a palavra de Deus em nome de um “tanto faz”, deixa assim mesmo ou “quem somos nós para julgarmos”? Uma geração de crentes com anos de igreja sem ter lido a bíblia toda. O culto familiar foi abandonado, e, as crianças se tornaram em depósitos de ensinamentos e cânticos mais fracos do que a pregação-teatro-jogral-ministração-unções que é feita no templo no templo domingo após domingo, campanha após campanha. O teatro usurpou a pregação e fez que a mensagem fosse mais “relevante” aos bodes, ainda que se abrisse um pouco a bíblia para falar algo, isso seria apenas para desencargo de consciência, mas não alimentava o suficiente. Embora se desconfiem que existam práticas estranhas e místicas, a ditadura do líder fundador, faz a mente preguiçosa do crente alienado, relaxada e apta a não usar o discernimento bíblico. 

A verdade é que tudo está estampado diante do mais simples crente, mas, as escamas da alienação, não permitem que a luz brilhe. Algum cantor (a) famoso se “converte”, rapidamente grava mais um cd e dá uma guinada em sua vida pública que antes estava esquecida, e, com seu testemunho, arrecada milhares de reais gastos em hotéis e cruzeiros de luxo, fazendo assim a “obra” de Deus. 

Se isso não é idolatria e paganismo camuflado de piedade, então, o evangelho puro e simples de Cristo, pregado e vivido pela igreja primitiva, é falso. Mas o só pensar nisso é blasfêmia! Viver segundo o que o “apóstolo” diz e não julgá-lo pela bíblia, andar amarrando tudo que é demônio inventado por aí, sem parar para examinar nas escrituras, profundamente, cada uma dessas coisas, é desprezar a Palavra da maneira mais vil e religiosa possível, é odiar a Deus com as mãos levantadas, pensado que está fazendo o bem. Fazer o que se pensa que é certo, utilizando a si mesmo como o padrão, e, não a bíblia, através do estudo diligente desta, é profanação da pior espécie. 

Que Deus tenha misericórdia dessa geração.

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O tabernáculo - o Lugar da morada de DEUS


A proposta desta mensagem é levar o ouvinte a uma viagem pelas Escrituras, e a um caminhar espiritual pela fé no tabernáculo. Êx.25:1-8 

Lembrando: 

• Israel caminhava com aquilo que era transitório e passageiro; e nós com o que é verdadeiro e eterno. 
• A velha aliança nos dá a sobra; a nova aliança nos dá a substância (aquilo que é real). 

Heb.8:5 Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais (futuras). 

V.3 Ouro: Símbolo da divindade; prata: símbolo da redenção; bronze: símbolo de sofrimento. 
V.4 As quatro cores símbolos do evangelho. Azul: Jesus, o filho de Deus. “João”; púrpura: Jesus, o Rei. “Mateus”; Escarlate: Jesus, o Salvador. “Lucas”. Linho fino (branco) Jesus, o homem perfeito “Marcos”. Peles de cabra: Jesus, o profeta maior que Moisés. 

Dt. 18:15 O SENHOR teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis; 

V.5 Peles de texugos: ausência de beleza; Madeira de Acácia: A carne incorruptível; 
V.7 Azeite: Adoração; As pedras do peitoral: A igreja. Diante da visão da construção do tabernáculo dada por Deus a Moisés. Deus detalhou a construção de Dentro para fora. (ilustrando a mudança do homem). 

• Para entendermos e preciso começar de fora. 

1 - A entrada do tabernáculo era chamada de o caminho; 
2 - a porta que dava acesso ao lugar Santo chamava-se de verdade; 
3 - e o acesso ao Santíssimo lugar era chamado de a vida. 

(Jo.14:6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim). 

O tabernáculo era cercado por uma enorme cerca de linho fino, com 60 postes (colunas) feitos de madeira de acácia.                                                No topo de cada estaca tínhamos um forro de prata, que representa a “redenção” (Rom.3:24 Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus)                            ; e bases de bronze representando o “sofrimento” (Is.53:4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido)                                                    ; e uma corda de fio de carneiro representando nossos “pecados” (1jo.2:2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo)          ; amarrado nesta corda estava uma estaca de bronze, que deveria ser enterrada pela metade no chão. Representando o corpo de Cristo que foi sepultado, mas não ficou na sepultura. (Mc.16:6 Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram) 

• Na figura da estaca e de seus elementos temos Cristo. 

O poste: Jesus, o homem perfeito; A prata: Jesus, o redentor; o bronze: Jesus, o Salvador; A corda: Jesus, que se fez pecado por mim; a estaca: Jesus, que sofreu, morreu e ressuscitou. 

                       I- A primeira coisa a ser vista ao entrar no tabernáculo era um altar de sacrifício, e este só podia ser observado por dentro. Quem estava de fora não podia ver os utensílios de dentro. 
É onde começa a caminhada cristã. Onde o nosso "ISAQUE" precisa ser sacrificado, onde nosso eu precisa morrer. É diante do altar que compreendemos o poder do sangue derramado. 
Ef.1:7 Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.

I Jo.1;7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 

Rom.5:9 Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. 

• O sangue de Jesus já se ocupou dos nossos pecados (perdão), do nosso presente (nos limpa); e do nosso futuro (justificação). 

                      II - A fonte: símbolo da Palavra de Deus. Era de bronze polido, como um espelho para refletir a imagem do homem. 

• Muitos crentes não passariam da entrada do tabernáculo. Porque ainda não tem crucificado sua carne. 

Jo.13:10 Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. 

Nesta fonte, Nós somente precisamos lavar nossos pés. Pois nossa salvação não esta em obras. Lavamos nossos pés porque ainda estamos neste mundo. 

                     III - E, diante do lavatório esta a entrada do lugar santo. Estabelecida sobre cinco colunas. Que são os cinco ministérios da igreja. 

Ef.4:11-16 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor. 

Ilustração: A mão. O dedo polegar é apostolo. Pois toca em todos; o indicador é o profeta; o dedo maior é o evangelista; o dedo anular é o pastor; e o dedo mindinho é o mestre (que se mete nas coisas pequenas). 

No lugar Santo você encontra: a) o candelabro, que nos traz luz e a revelação de Deus para nossas vidas. b) a mesa dos pães ázimos representa a nossa satisfação. (O pão ázimo deveria ser coberto de aroma de incenso). O incenso tem um aroma doce. Porém um gosto amargo. 

1Pe.4:14 Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado. 

 c) o altar do incenso, que significa nossa adoração. Altar este que deveria estar aceso permanentemente. IV - E fim, o Santo dos Santos. O lugar onde Deus habita. Neste lugar não há palavras, e lugar onde encontramos com Deus e o tocamos. Sentimos sua presença. 

Conclusão: No portão, fomos reconciliados; no altar, fomos redimidos; na fonte, fomos santificados; no altar nos derramamos; e no Santo dos Santos o tocamos.

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Um grande livramento.

2Sm.23:11-12. E depois dele Samá, filho de Agé, o hararita, quando os filisteus se ajuntaram numa multidão, onde havia um pedaço de terra cheio de lentilhas, e o povo fugira de diante dos filisteus. Este, pois, se pôs no meio daquele pedaço de terra, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o SENHOR efetuou um grande livramento. 

 A Bíblia diz que o jovem Samá plantou um campo de lentilhas; essa plantação consumiu muitos dias de trabalho, esforço e dedicação, numa época sem qualquer tecnologia. O nome de Samá aparece uma única vez na Bíblia, empunhando uma espada e defendendo o que era importante para ele. 

• “Valorize o dia das coisas pequenas”. Zc.4:10 


I - DEFENDA SUA FÉ 

A nossa fé é alvo do diabo, pois uma vez abalada por alguma circunstância desfavorável, abre-se um largo caminho para a entrada da dúvida; e a dúvida é chamada na Bíblia de "dardos inflamados do maligno”. 

 “Os valentes de Davi”. Eram homens cuja sociedade havia renegado, marginalizado; os endividados, os perseguidos e angustiados. Samá era um deles, e fez a diferença em Israel em virtude da firmeza e postura na defesa dos seus ideais. 

 • Muito mais arraigados ao solo que aqueles pés de lentilhas estavam os pés de Samá. 

Samá posicionou-se para defender o que era importante para ele: um simples campo de lentilhas. Isso nos mostra que algumas coisas que para os outros são insignificantes, para nós são de suma valia e, por isso, temos que defendê-las. 
Amado, defenda a sua fé, pois "a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem". (Hb 11.1.) 

Os benefícios advindos da proteção da nossa fé são reais e constantes. Vale a pena lutar e defendê-la. “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”. 2 Timóteo 4:7 


II - DEFENDA SUA FAMÍLIA 


• Retire sua fé de um caixão. 

“Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:26) 

Samá estava sozinho na luta contra os filisteus; não contava com o apoio das pessoas que viviam ao lado dele na aldeia de Lei. Mas decidiu permanecer firme na posição de defesa do seu campo. Por mais desproporcional que fosse a luta, ele estava disposto a morrer por aquilo que julgava importante. 
Lembre-se, amado, de que por causa da atitude de Samá, Deus abençoou toda a nação de Israel. 

“ Desembainha a sua espada 
 Te prepare pra lutar 
 Olha o grande desafio 
 Vão tentar te derrubar 
 Neste grande desafio 
 O inferno armado está 
 Mas com espada de fogo 
 Está o grande Deus Jeová”. Andréa Fontes 

a) Nunca tenha medo dos seus problemas, nem dos seus inimigos.        Mike Murdock “você não pode reclamar daquilo que você permiti”. 

b) Todo problema é simplesmente o inicio de uma grande mudança.           A decisão da ação não é do problema é sua. A nossa atitude em relação ao problema determinará nosso futuro. 


III - DEFENSA SEUS PRINCÍPIOS 


a) Não negocie seus valores. Não faça acordo com aqueles que se dizem inimigos de Deus. Não obstante, não podemos permitir que a moda dite nosso estilo de viver. Nosso compromisso com o padrão moral de Deus tem de prevalecer sobre o padrão do mundo. "Não peço que os tires do mundo; e, sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo como também eu não sou." (Jo 17.15-16.) 
"...caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” Lc.11:35 

• O altar é lugar sagrado; aquele que é condescendente em suas convicções e que não zela pelos princípios morais que pautam a vida do cristão, não tem autoridade para ocupá-lo. 


IV - DEFENDA SUA IGREJA 


Jesus tem em tão alta consideração a igreja que pôs sobre ela a missão de divulgar as boas novas do evangelho. Para equipá-la e deixá-la preparada para esse trabalho, Jesus providenciou os meios necessários ao êxito da obra. 

"...Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém santa e sem defeito." (Ef 5.25-27.) 

 • 2 coisas proféticas para você nesta noite. 

1) Deus usará até mesmo quem nunca vimos para nos defender. 

2) Deus vai retirar a vergonha da derrota de sobre a sua vida. Em lugar de vergonha haverá dupla honra. 

Conclusão: 
Possivelmente o campo de lentilhas de Samá era de pequeno tamanho; Mesmo assim, Samá se dispôs a defendê-lo. Samá entendia que sua pequena vinha era resultado da bondade de Deus. Por isso ele lutou com todas suas forças para defendê-la. Feriu os invasores filisteus e Deus efetuou grande livramento. Extraído do Livro: campo de Lentilhas – Pr. Jorge Linhares.

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QUANDO A LÂMPADA DE DEUS SE APAGA

QUANDO A LÂMPADA DE DEUS SE APAGA

 A geração de Eli deixou a lâmpada de Deus se apagar no Tabernáculo. Deus havia ordenando aos filhos de Arão que dessem manutenção diária ao candelabro, sempre repondo o óleo, para que a lâmpada não se apagasse nunca. Mas o sacerdócio se tornou relapso. O povo passou a distanciar-se de Deus e naqueles dias a lâmpada veio a apagar-se. 


O escritor de I Samuel declara que o Senhor chamou ao menino Samuel... “...antes de ter-se apagado a lâmpada do Senhor” I Samuel 3:3 O candelabro fala do Espírito Santo de Deus. Esta figura fica claramente comprovada em duas outras porções da Bíblia: no capítulo quatro de Zacarias, quando o profeta tem uma visão do candelabro e o Senhor aplica-a ao Espírito Santo, dizendo: “não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos (Zc.4:6). Também em I Tessalonicenses 5:19 quando o apóstolo Paulo fala que não devemos “apagar” o Espírito, o que é uma alusão ao candelabro no Tabernáculo de Moisés que nunca deveria se apagar. Ora, se o candelabro é figura do Espírito Santo e seu agir na igreja, e esta geração de Eli permitiu que ele se apagasse, então estamos diante de um fato: esta geração perdeu o mover de Deus. Como diz a Escritura: “Estas coisas aconteceram a eles como exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos”. (I Co.10:11 - NVI). No capítulo seguinte, lemos que a arca de Deus foi tomada, e foi dito: Icabode - que significa: foi-se a glória de Israel. Esta foi uma geração que perdeu a presença do Senhor. Eles se esfriaram a tal ponto, que os sacerdotes se envolviam em prostituição na porta do templo de Deus! Esta geração de Eli é um exemplo a não ser seguido, pois pecaram terrivelmente contra o Senhor e Deus os julgou. 


QUANDO DEUS SE TORNA APENAS UM AMULETO 


E qual foi o motivo desta geração ter perdido a presença de Deus? Onde eles falharam? Em fazer da presença do Senhor tão somente um amuleto. Não buscavam ao Senhor para o adorar. Quase ninguém mais ia a Siló, onde estava o templo. As pessoas não estavam interessadas em ir à casa do Senhor e buscar sua face, nem tampouco em louvá-lo, mas na hora do aperto quiseram fazer da presença de Deus um amuleto que resolveria seus problemas. Israel saiu à batalha e foi derrotado pelos filisteus (I Sm.4:1-3). Com medo de serem novamente derrotados, mandaram buscar a arca de Deus e a trouxeram ao campo de batalha: “Mandou, pois, o povo trazer de Silo a arca do SENHOR dos Exércitos, entronizado entre os querubins; os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus. Sucedeu que, vindo a arca da aliança do SENHOR ao arraial, rompeu todo o Israel em grandes brados e ressoou a terra. Ouvindo os filisteus a voz do júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do Senhor era vinda ao arraial. E se atemorizaram os filisteus e disseram: Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! que tal jamais sucedeu antes. Ai de nós! quem nos livrará das mãos destes grandiosos deuses? São os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto.” I Samuel 4:4-8 Note que até os filisteus ficaram com medo da arca, pois eles, na condição de gentios pagãos, também acreditavam na força dos amuletos. E isto mostra que os filhos de Israel já haviam adotado esta forma mundana de pensar. Para esta geração dos filhos de Israel, Deus já não era o Criador e Sustentador de todas as coisas; já não era o Salvador de seu povo; já não era aquele que é digno de honra e glória. Seu templo estava abandonado em Siló; as pessoas já não iam à sua presença para reverenciá-Lo e declararem seu amor, confiança e dependência. Deus se tornara para aquela geração algo a ser lembrado apenas na hora da necessidade. Mesmo na hora da necessidade os israelitas não buscaram a presença do Senhor; apenas “mandaram buscar” a arca, pois os que fazem de Deus um “resolve-tudo” nem sequer se dão ao luxo de buscá-Lo. Querem que Ele venha resolver seus problemas sem que façam o mínimo de esforço! Sei disto muito bem na minha experiência pastoral. Há aqueles que não se importam em buscar a presença do Senhor; quando os convidamos para os cultos nunca podem, mas basta enfrentarem alguma situação difícil e já estão ligando para saber se podemos ir orar com eles (e de preferência em suas casas). Quando os chamamos para cultuar ao Senhor e render-lhe glória, não querem; mas quando os negócios vão mal, querem que vamos orar em seu trabalho! Outros, descaradamente dizem: - “Pastor, o senhor sabe que eu não sou muito de ir à igreja, mas por favor ore por mim”... Nossa geração precisa aprender a temer e amar ao Senhor, em vez de querer tratá-Lo como empregado. A geração de Eli não buscou ao Senhor, fez d’Ele apenas um “resolvedor de encrencas”, e por isto perderam sua presença: “Então pelejaram os filisteus; Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda; foi grande a derrota, pois caíram de Israel trinta mil homens de pé. Foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias.” I Samuel 4:10,11 Eles perderam a presença do Senhor! Esta perda foi algo tão terrível, que a nora de Eli sofreu mais com ela do que com a morte do sogro e do marido. “Estando a sua nora, a mulher de Finéias, grávida, e próximo o parto, ouvindo estas novas, de que a arca de Deus fora tomada, e de que seu sogro e seu marido morreram, encurvou-se e deu à luz; porquanto as dores lhe sobrevieram. Ao expirar disseram as mulheres que a assistiam: Não temas, pois tiveste um filho. Ela porém não respondeu e nem fez caso disso. Mas chamou ao menino Icabode, dizendo: Foi-se a glória de Israel. Isto ela disse, porque a arca de Deus fora tomada, e por causa de seu sogro e seu marido. E falou mais: Foi-se a glória de Israel, pois foi tomada a arca de Deus.” I Samuel 4:19-22 Em nossos dias a Igreja vive este perigo. Estamos deixando de adorar ao Senhor PELO QUE ELE É, e estamos buscando-O somente PELO QUE ELE FAZ. Isto nos faz parecer com os seguidores de Satanás! O diabo não tem seguidores pelo que ele é, pois ele nada é! As pessoas pactuam com ele e o servem EM TROCA DE ALGO; querem fama, fortuna, etc. e pagam com sua alma por isso, mas não vêem na pessoa do diabo nada atrativo, apenas em sua proposta. E qual é o modelo bíblico daqueles que servem a Deus? Jó declarou depois que sua mulher lhe pediu que amaldiçoasse seu Deus e morresse: - “Ainda que Ele me mate, eu o louvarei”! Aleluia! É de gente assim que o reino de Deus necessita hoje - pessoas que aprendam a buscar a Deus pelo que Ele é, e não só pelo que Ele faz. Isto não quer dizer que não podemos buscar o que Deus faz, e sim que não devemos esquecer o que Ele é e nem jamais perder esta ênfase! 


 A GERAÇÃO DE DAVI 


Houve uma geração que se distinguiu totalmente da geração de Eli; foi a geração do rei Davi. Quando falamos de Davi, a primeira coisa que nos vem à mente é o louvor. Diferente da geração que falhou perdendo a presença do Senhor (a arca da aliança simbolizava a presença de Deus), Davi fez tudo para resgatá-la. Em seus dias a arca voltou para Israel. Davi representa aqueles que sabem buscar e adorar a Deus pelo que Ele é. Ele já vinha experimentando o que Deus faz; matara um leão e um urso porque o Senhor estava com ele (I Sm.17:34-37); matara Golias, o gigante, porque o Senhor estava com ele; vencera os seus inimigos na guerra porque o Senhor era com ele. Mas mesmo experimentando o que Deus faz, Davi sabia que o relacionamento com Deus é mais do que isto, pois o Senhor não é um simples amuleto a ser usado na hora dos problemas. Ele é o Criador de todas as coisas, o Senhor, o Deus sublime e excelente, o Pai Celeste, amoroso e cheio de benignidade. Ele é digno de honra, glória e adoração. Merece todo culto, reverência e devoção. Davi foi chamado “um homem segundo o coração de Deus”, pois agradou o coração de Deus com suas atitudes. Isto não quer dizer que ele tenha sido perfeito. Ao contrário, a Bíblia nos mostra com clareza suas falhas e erros. Ao chamá-lo de “um homem segundo o coração de Deus”, as Escrituras mostram que ele conseguiu captar algo que Deus queria para aquela geração. Davi não apenas conseguiu conquistar os seus inimigos apropriando-se da terra prometida (que nunca foi ocupada em sua totalidade), como introduziu o ministério de louvor e música no Tabernáculo. Quando lemos os Salmos, percebemos que Davi não tinha uma ênfase depositada só no que Deus faz, mas principalmente no que Ele é. Davi foi, antes de tudo, um adorador. Quando adoeceu o primeiro filho que Bate-Seba lhe deu, ele buscou o que Deus podia fazer - a cura. Mas isto não aconteceu, pois o casal estava colhendo as conseqüências de seu pecado. Contudo, quando a criança veio a morrer, Davi não se revoltou contra Deus e nem mesmo entrou em luto. A Bíblia diz que ele encerrou seu jejum, comeu, lavou-se, mudou de vestes, e foi adorar ao Senhor no Tabernáculo (II Sm.12:20). Porque ele fez isto? Muitos teriam se revoltado porque Deus não havia feito o que fora pedido. Mas Davi sabia que antes de olhar para o que Deus faz, ele devia olhar para o que Deus é. E como Deus é justo, e não erra nunca, não havia porque questioná-Lo. Neste momento dificílimo de sua vida, Davi foi adorar, reconhecer o que Deus é e exaltá-Lo por isso. Que diferença da geração de Eli, que só tratou a presença de Deus como um amuleto! A forma como Davi se portou ao trazer de volta a arca do Senhor revela como estes princípios estavam corretos em seu coração: “Então avisaram a Davi, dizendo: O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom e tudo quanto tem, por amor à arca de Deus; foi, pois, Davi, e, com alegria, fez subir a arca de Deus da casa de Obede-Edom, à cidade de Davi. Sucedeu que, quando os que levavam a arca do Senhor tinham dado seis passos, sacrificava ele bois e carneiros cevados. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim Davi, com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. Introduziram a arca do Senhor, e puseram-na no seu lugar, na tenda que lhe armara Davi; e este trouxe holocaustos e ofertas pacíficas perante o Senhor. Tendo Davi trazido holocaustos e ofertas pacíficas, abençoou o povo em nome do Senhor dos Exércitos. E repartiu a todo o povo, e a toda a multidão de Israel, assim a homens como a mulheres, a cada um, um bolo de pão, um bom pedaço de carne e passas. Então se retirou todo o povo, cada um para sua casa.” II Samuel 6:12-15,17-19 Observe este detalhe: a cada seis passos, um sacrifício! Quanto tempo duraria esta procissão? Davi não estava preocupado com o tempo ou qualquer outra coisa, ele queria exaltar a Deus com todo o seu coração e com as suas forças. Este foi um dia de festa para todo o povo. Ofertaram ao Senhor, cantaram, dançaram e comeram, pois a presença do Senhor estava com eles! Davi conseguiu comunicar à grande parte daquele povo a importância de reverenciar e cultuar a Deus com alegria, pois o Senhor é merecedor de todo o louvor. Ele violou as leis da etiqueta real, se descobriu diante do povo dançando e jubilando, o que não agradou Mical sua esposa. Quando Davi chegou em casa, ela o criticou, pois ela era daquele grupo que se interessa só no que Deus faz e não no que Deus é; mas não chegou a ver o que Deus podia lhe fazer: ficou estéril até o dia de sua morte: “Ao entrar a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela, e, vendo o rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração. Voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com ele, e lhe disse: Que bela figura fez o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre um vadio qualquer! Disse, porém, Davi a Mical: Perante o SENHOR que me escolheu a mim antes do que a teu pai, e a toda a sua casa, mandando-me que fosse chefe sobre o povo do SENHOR, sobre Israel, perante o SENHOR me tenho alegrado. Ainda mais desprezível me farei, e me humilharei aos meus olhos; quanto às servas, de quem falaste, delas serei honrado. Mical, filha de Saul, não teve filhos, até o dia de sua morte.” II Samuel 6:16,20-23 Vemos em Davi alguém que não se preocupava só consigo mesmo, mas colocava o Senhor à frente. Todas as suas atitudes mostram que, diferentemente da geração de Eli, tratava ao Senhor como Deus e não como um amuleto! E quem aprende a forma correta de se achegar a Deus certamente será alguém marcado por aquilo que Deus faz, pois a reverência ao Senhor é o meio pelo qual provaremos milagres e manifestações maiores. Já é hora de a Igreja entender que estamos nos achegando a Deus quando adoramos e não apenas “nos preparando para a receber a Palavra”. A música no culto é para o louvor e adoração daquele que é Digno. Não é mero entretenimento. Tanto na celebração coletiva como na devoção pessoal, temos uma das maiores chaves para a manifestação do poder de Deus em nossas vidas. É hora de reaprendermos a honrar ao Senhor por causa do que Ele é, e aquilo que faz será uma conseqüência natural! Não há como adorar ao Senhor e deixar de provar a sua ação em nossas vidas. Tiago falou sobre isto: “Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros.” Tiago 4:8a À medida que nos aproximamos do Senhor em amor e exaltação, sua presença também vem ao nosso encontro. E os milagres vão acontecer quando temos a presença do Senhor conosco. Até quando não esperamos! 


O EXEMPLO DE MOISÉS


Houve uma ocasião em que o povo de Israel pecou gravemente contra o Senhor, a ponto de Deus declarar que não mais andaria com eles, e enviaria o seu anjo para os acompanhar no caminho. Foi quando fizeram o bezerro de ouro para adorar declarando que o bezerro é quem os tirara do Egito. E isto depois de tudo o que Deus fizera por eles! Veja o que Deus disse: “Disse o SENHOR a Moisés: Vai, sobe daqui, tu e o povo que tiraste da terra do Egito para a terra a respeito da qual jurei a Abraão, Isaque e a Jacó, dizendo: À tua descendência a darei. Enviarei o Anjo diante de ti; lançarei fora os cananeus, os amorreus, os heteus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus. Sobe para uma terra que mana leite e mel; eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu pelo caminho.” Êxodo 33:1-3 Deus declarou a Moisés que para não destruir aquele povo rebelde, Ele não subiria com eles. Mas não iria desampará-los, pois declarou que o Anjo iria com eles, para lhes dar vitória e livramento dos inimigos. Em suma: eles teriam os feitos de Deus mas não a sua presença. E veja o que Moisés respondeu ao Senhor: “Disse Moisés ao SENHOR: Tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me deste a saber a quem hás de enviar comigo; contudo disseste: Conheço-te pelo teu nome, também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça, e ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é teu povo. Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso. Então lhe respondeu Moisés: Se a tua presença não vai comigo, então não nos faças subir deste lugar.” Êxodo 33:12-15 Moisés foi um homem que conheceu a Deus. E quem chega a conhecer de fato a Deus, não troca a sua presença por nada! Ele estava dizendo ao Senhor que o que importava não era se eles teriam O QUE DEUS PODE FAZER, mas sim O QUE DEUS É, ou seja, sua presença com eles! Provavelmente muitos líderes de hoje se contentariam com a proposta de ter o que Deus faz sem necessariamente provar a sua presença. Mas um líder de verdade, um homem com um coração tomado pelos princípios espirituais corretos, entenderia que na verdade se tratava de uma prova e não de uma proposta. Deus não quer se distanciar de seu povo. A Bíblia inteira mostra o Senhor buscando seu povo para se relacionar com ele. Ele quer que desfrutemos de sua presença muito mais do que qualquer um de nós possa desejá-la. Ele nos ama e tem prazer em nossas vidas. É tempo de corresponder a esse tão intenso amor divino e buscar a sua presença mais do que tudo. Precisamos dos milagres e dos feitos de Deus como nunca antes; há uma humanidade sofrida necessitando do poder de Deus em operação, mas nada, absolutamente nada justifica a troca de valores inegociáveis. Não podemos mudar a ordem, senão nos tornaremos como a geração de Eli que declarou: - “Icabode - foi-se a glória de Israel!” 


RESTAURANDO O TABERNÁCULO DE DAVI 


Deus está chamando a sua Noiva à restauração da adoração e devoção verdadeira, que honra ao Senhor pelo que Ele é. Já é hora de aprendermos com a geração de Davi que soube colocar o Senhor à frente de tudo, e não deixou de experimentar o que Deus faz; foi uma geração vitoriosa e conquistadora. O louvor apaixonado e festivo, totalmente desinteressado de recompensas que Davi inseriu na vida do Tabernáculo, tem se perdido. E Deus quer resgatá-lo na Igreja. A primeira geração apostólica entendeu isto; veja o que Tiago disse no Concílio de Jerusalém: “Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito: Cumpridas estas cousas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o das suas ruínas, restaurá-lo-ei, para que os demais homens busquem o Senhor, e todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor que faz estas cousas conhecidas desde séculos.” Atos 15:15-18. Note que Deus prometeu restaurar o Tabernáculo de Davi. A busca dos homens tem se tornado muito utilitarista e mercenária. Neste texto, o Senhor disse que faria isto para que os demais homens - os gentios - pudessem BUSCÁ-LO! Mas a maioria dos cristãos de hoje já nem sabe o que é isto! Deus quer que O busquemos. Isto é diferente de buscar UMA BENÇÃO. É diferente de fazer campanha de não sei quantas semanas para ver se a vida dura melhora. É diferente de quase tudo que praticamos hoje; é buscar a Deus PELO QUE ELE É, e não fazer dele um AMULETO para a hora do aperto! Restauremos a busca verdadeira, que se importa com a presença de Deus e não só com o que podemos receber dele. Aprendamos a estar com Deus em comunhão e devoção, e não deixaremos de provar o que ELE PODE FAZER. E nem tampouco deixaremos de ter sua PRESENÇA conosco. Escolhendo a presença, também ficamos com o que Deus faz; mas escolhendo o que Ele faz, perderemos a sua presença... 


Fonte:http://www.atosdois.com.br/

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